domingo, 29 de dezembro de 2013

Retrospectivas? Promessas? Não, obrigado.

Tirando o tanto que a gente come a mais nessa época do ano, pra mim não passa de dois feriados que param o mundo inteiro! Só.
Não tenho que fazer balanço do que foi o ano que se acaba, muito menos planejar coisas mirabolantes para o próximo que se inicia. Simplesmente vou tocar minha vida, como sempre, com meus acertos e erros. Erros estes, aliás, que dependem muito do ponto de vista de cada um, pois, na minha opinião, acerto infinitamente muito mais do que erro em minhas escolhas, caso contrário não estaria hoje tão bem comigo mesmo.
A tal reflexão que todos (ou a grande maioria) fazem somente nessa época do ano, aprendi a fazer no meu dia a dia, durante minha caminhada para o trabalho, durante aquela viagem em que só a estrada e uma boa música me acompanham ou então debaixo d'água, enquanto cuido, duas vezes por semana, deste corpinho de toureiro (que toma cerveja e joga poker)! Não, não sou mais foda do que ninguém, apenas aprendi que se você segue seus princípios (sejam eles bons ou ruins) o ano todo, não há motivo para avaliações em uma determinada época do ano. Isso me ajuda ainda a evitar um defeito que quase todas essas pessoas que estão se avaliando comentem: a hipocrisia. Pra piorar as coisas, depois que todo mundo tem acesso a uma infinidade de meios para expressar suas opiniões (e auto avaliações), esse defeito ficou muito mais corriqueiro e evidente, ao ponto de muitas vezes ser confundido com status...
A você que está nessa fase de auto avaliação (ou auto flagelo, dependendo de como foi seu ano), boa sorte! Que ao menos te sirva como crescimento e que nesta mesma época no ano que vem e no outro, e no outro, você possa estar como eu, indiferente!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A vida como ela não é, mas deveria ser!

Tem coisa que não dá pra entender. O mundo é muito complicado. Tem coisa que não pode, tem coisa pior que pode. Umas são legalizadas, outras, menos piores, não. A noção de peso e medida nunca foi tão disforme! Vou citar abaixo algumas dessas incoerências, sob meu ponto de vista, mas, me poupando da ignorância de levar tudo ao pé da letra, não quer dizer que eu seja a favor ou contra a qualquer uma das comparações abaixo. Quem me conhece saberá onde eu sou a favor e onde sou contra, sem necessidade de legendas...
Não dá pra entender o porquê de o porte de armas ao cidadão de bem não ser liberado. Todo cidadão tem o direito de se defender, já que a maioria da bandidagem anda fortemente armada. Do mesmo jeito que poderia ter um porte, ele certamente iria se responsabilizar por este porte e suas consequências. Questão de prevenir acidentes, mortes? Pois bem, chegamos ao "x" da questão: o que realmente é incoerente nesse assunto é o fato de que eu, cidadão de bem, tendo em perfeitas condições todas as minhas funções motoras e psicológicas não posso ter um porte de arma, mas a mesma justiça permite que minha mãe tenha CNH! Onde está a lógica? Cadê o comparativo de periculosidade?
Ainda na questão do porte de arma, ou melhor, da CNH do Cidão, ou melhor, do perigo à vida alheia, se eu tomar uma única e gelada long neck da minha querida e tão apreciada Stella Artois (pronuncia-se artóis mesmo, para os leigos), já corro o risco de ser preso, caso eu não passe no teste do etilômetro, vulgo bafômetro. Não que eu seja a favor de liberar a bebida e depois a direção. Mas o índice é muito baixo se comparado aos decibéis daqueles malditos carros "dos mano" ouvindo funk, sertanejo universitário ou, o pior dos casos, axé! Como que 0,05 miligramas de álcool por litro de ar pode ser mais prejudicial do que 110, 120 decibéis do "mais puro" sertanejo universitário arrebentando os alto falantes dos "Golzim Bolinha, G3 ou G4" financiados? Cadê o bom senso e a prática dos bons costumes?
E o casamento homossexual? Porque não libera logo essa porra (não literalmente falando)? Segundo os puritanos, não foi assim que Deus planejou a vida dos homens e mulheres na Terra! Gente, o sentido do casamento não vai ser alterado! Se os rapazes se gostam, deixem eles colarem seus peitos cabeludos em seu ninho de amor (tive um pequeno embrulho de estômago, mas tá valendo). Tenho amigos gays (e não vou citar nomes, ok, Xandão, Tacisão, Márcio e Osvali?) que seriam muito mais felizes se pudessem se unir aos seus pares com o mesmo par sexual de cromossomos! Não vejo sentido em proibir essas pessoas de se unirem e ao mesmo tempo permitirem que Gretchen ou Suzana Vieira se casem tantas vezes! Esse sim é um verdadeiro pecado para com as vítimas, digo, noivos!

domingo, 17 de novembro de 2013

Nem o primeiro, muito menos o último. Joaquim, mais um.

Acompanhando, de longe, o tal caso do menino Joaquim, supostamente morto pela mãe e o padrasto, fico impressionado como o ser humano tem sempre dois pesos e duas medias. Pelo menos a maioria deles.
Não foi provado a culpa do padrasto, dependente químico, ou, usando o português claro, um maldito drogado. Porém, pelos fatos apresentados até agora, não vai ser difícil comprovar tal culpa. Comprovando isto, vejo um monte de "puritanos" caindo de pau em cima do rapaz, por ser drogado e pela mãe do garoto, por ter contato com um "bandido" desses. E é aí onde quero chegar...
Se não tivesse matado o menino (caso seja provado), ele não passaria de um rapaz que mexe com drogas. Um rapaz que tem aparência pra frequentar qualquer roda de amigos da maioria dos filhos desses puritanos que agora o crucifixam. 
Tem aparência pra ser namorado de muita menina que agora o apedreja e despreza. A mãe, julgada como se fosse uma puta que coloca dentro de casa qualquer bandido ou cafajeste que aparece à sua porta.
Não defendo nenhum dos dois. Sou pai e toda vez que presencio casos onde crianças morrem, hoje, infelizmente, tenho a condição de me colocar no lugar. Tenho a condição de imaginar a horrível sensação que possa ser perder um filho. Me embrulha o estômago, toda vez.
Porém, o que aconteceu com esse menino, decorrente da (suposta) ação da mãe e do padrasto, infelizmente pode acontecer com a maioria desses julgadores que agora discriminam o "padrasto drogado". Só que esquecem que esse padrasto drogado poderia ser qualquer um do círculo de amigos. Sim, qualquer um! Aquele amigo que "só fuma um baseadinho", aquele rapaz que "só dá uns tapas" no final de semana pra "curtir". Aquele playboy gente fina que sempre tem pra galera toda. São esses mesmos amiguinhos que podem se transformar nisso que todos viram e repudiam.
Pra mim, não existe meio viciado, meio bandido. Qualquer atitude que se tome, consciente, para se drogar, é passível de desfechos como esse. Assim como esse rapaz que pode ter cometido essa atrocidade em decorrência de seu maldito vício, todos estão no mesmo saco, da mesma farinha podre.
Temos que pensar bem quando vamos levantar a bandeira do julgamento, pois enquanto está tudo "divertido", ninguém é bandido!

domingo, 13 de outubro de 2013

Preparar, "matutar", apontar...

Quando eu era mais novo, sempre fui enguiçado. Teimoso, que só eu. Levar desaforo pra casa, nunca. Até quando não tinha o tal desaforo, eu achava que tinha. Porém, mesmo assim, minhas brigas foram poucas e, com quase trinta e quatro anos, posso ficar tranquilo e dizer que nunca tomei um soco na cara (e também não dei, diga-se de passagem).
Quando me falavam que isso era coisa da idade, que quando eu fosse mais velho eu teria a paciência pra "deixar pra lá" certos assuntos e situações, aí sim eu queria criar caso. Parece, ou melhor, parece não, tinha certeza que era só pra contrariar e fazer valer a minha vontade e/ou opinião, que nem sempre eram as certas, ou as mais racionais para o momento.
Pois bem. Anos se passaram, quilos chegaram, cabelos caíram, casamentos vieram (um se foi), princesinha nasceu e não é que a tal paciência veio? Não diria só a paciência. A maturidade que a acompanha também se faz notar.
Já disse em outra postagem que não me arrependo de nada que fiz nessa vida e, por conta disso, tenho muito claro várias situações em minha memória. Tendo essas memórias claras e presentes, tenho a noção de como melhorei como pessoa ao longo dos anos. Muitas situações que vivo hoje, com certeza teriam desfechos diferentes por causa da minha impetuosidade de outras épocas. Era imediatista, tinha que resolver na hora (pra não levar pra casa o desaforo). Por conta da irracionalidade, as vezes o desaforo se tornava maior, tão grande que nem se eu quisesse, eu o levaria pra casa!
Hoje é difícil algo me abalar a ponto de me tirar do "prumo". Independente do que aconteça - salvo situações que envolvam minha princesa - consigo parar, pensar, analisar e só depois decidir o que fazer. Geralmente, dou de ombros e solto um "foda-se, deixa isso pra lá". Tem funcionado. Mas, quando a situação requer algum tipo de "troco", a paciência tem me dado uma frieza extraordinária pra elaborar o tal...
Se isso é bom? Bem, não seja você a ter que receber o troco!

sábado, 5 de outubro de 2013

Viva sem manual, compensa!

De verdade, vocês acham que esses "Ghandis", "Clarice Linspectoras", etc, são aquilo que escrevem ou dizem? Tá bom, o tal do Ghandi pode até ser, porque pra viver isolado, nos alpes do Himalaia, careca e cercado de um bando de homem igualmente careca, não pode ser normal...
Mas e aquele dia de fúria? Aquela "terça feira maldita" em que nada dá certo, será que as frases seriam as mesmas, sempre com um tom profético e que sempre toca a "nossa alma"? Não tem como ser. Não tem como manter o otimismo e a clareza de pensamento todo o tempo, independente das adversidades do cotidiano de um ser humano! Eu tenho algumas suspeitas de como sairiam esses mantras que a maioria das pessoas que sempre busca uma orientação na vida (ou uma muleta, que é mais comum) nesses ditados, não populares e extremamente chatos!
Clarice Linspector por exemplo, com todas as suas frases que "representam" a alma feminina moderna e que está em constante desejo de suicídio. Naquela terça feira lazarenta, quando uma "discípula" viesse pedir um conselho do alto do seu saber para melhorar seu relacionamento intersexual, aposto que sairia a tal frase: "Mas no fundo, no âmago do meu ser feminino primitivo, o que realmente desejo a cada manhã é ter nascido portadora de um belo falo esférico entre minhas pernas no lugar de um ventre reprodutor!".
Dalai Lama, após vários e vários potes de arroz integral, com aquela maldita prisão de ventre, não teria como manter a serenidade. Nada nos deixa mais de mal humor do que não poder se aliviar... Nessa situação, Acredito que a frase mais apropriada seria: "Todo o tormento causado em nosso interior deve, sem restrições, ser expurgado, dando espaço e liberdade para o nosso bem estar interior!"
Sem ser filósofo e muito menos famoso, fica aqui a minha frase de auto ajuda: "Vai encher o saco da puta que te pariu com esse 'mi mi mi' do caralho!"

domingo, 29 de setembro de 2013

Os Facebooketes nossos de cada dia!

Qual tipo (chato) de Fecebookete é você? Sim, há alguns tipos que dominam a rede social do Zuckemberg de forma, muitas vezes, muito chata!
O mais comum nos dias de hoje é o Facebookete (sim, eu também, como um bom publicitário, crio termos em inglês para parecer mais cool) é o deprimido que sabe a solução para todas as situações de qualquer outro Facebookete! Não basta ele ter sua própria tristeza insignificante publicada nas time lines de todos os seus amigos. Ele ainda tem que citar algum trecho do Dalai Lama, seguido de uma foto bem produzida. Muitas vezes, a criatura nem sabe quem é Dalai Lama, mas tudo bem...
Outro tipo bem recorrente na rede é o Facebookete GPS! Esse eu considero um dos mais carentes da rede social! Não basta ele sair, ele tem que informar, metro a metro, onde está, através de seus Check ins por onde passa, como se a mãe dele estivesse o monitorando via internet... Pra piorar a carência, alguns dos check ins vem acompanhados de fotos no Instagram, para provar que realmente ele está lá! Como se alguém realmente quisesse saber! Quer inovar? Faça um Check in no motel quando estiver com a amante! Aí sim terá meu respeito!
Por fim, o Facebookete beato! Esse é chato! Eu acho que pra tudo tem um lugar e uma hora certa e, convenhamos, o Facebook (assim como qualquer outra rede social) não é lugar para pregações. Como não tenho religião definida, respeito todas, mas em seus respectivos templos! Alguém já me viu entrar na missa, novena, no culto, ou sei lá onde, pra contar uma piada? Ou postar uma foto engraçada? Não! Portanto, pregações no Facebook é o cúmulo da chatice! Pior ainda é quando a pessoa que pregou on line, na vida real tá mais pra discípula de Maria Madalena do que do Namorado famoso dela...

domingo, 15 de setembro de 2013

Esconder o que de quem?

E agora essa de o povo brasileiro reclamar da espionagem dos americanos? Como se nós tivéssemos alguma coisa importante, que não criminosa, para esconder! Poupe-me!
É engraçado, pra não dizer hipócrita, na época de Facebook, Instagran e redes sociais semelhantes, alguém se queixar de alguma perda de privacidade! Cuidar da vida alheia nunca foi tão fácil e, porque não, tão chato as vezes! É muita informação gratuita e desnecessária, até para as mais corocas!
É um tal de "prato do dia", "dieta do dia", "shake do momento" que saciamos a fome só de olhar a time line das nossas redes sociais! Para a galera do "cardápio on line", só falta postar a foto do resultado disso tudo: "a cagada do dia", com dois "pelézão" boiando na privada...
E os/as narcisistas? É um tal de "look do dia", "look para academia", "look para ir no açougue" que enjoa! E outra, tem gente que ainda acha que está na moda! O que tem de gordinha se achando a modelo não tá escrito! E os "peito de pomba" que acham que são os fisioculturistas? Tenha paciência! Para as moçoilas, tenho uma sugestão: quando forem postar os looks do dia, postem a "lingerie do dia"! Para os marmanjos que acham que estão fortes, não postem nada... Evitem o vexame.

terça-feira, 3 de setembro de 2013

E quem não gosta de uma "molhadinha"?

Eu gosto! Pratico pelo menos duas vezes por semana, e toda semana! Só não faço quando estou longe de casa! Mas, com certeza, fico com vontade, sinto falta! 
Ainda sim, acredito que com essa média, já estou na frente de muita gente por aí! E eu não consigo acreditar como tem gente que não gosta, nem duas e, as vezes, nem uma vez por semana! Mas, paciência... Cada um com suas preferências!
A sensação de alívio, cansaço misturado com prazer físico é viciante, mas extremamente revigorante, principalmente psicologicamente! É uma coisa que ajuda a manter o bom humor, a leveza e, porque não, a vitalidade!
Sem contar que ajuda a manter o bom apetite, porque, quem faz e gosta como eu, sabe: dá uma baita fome depois que acabamos, extasiados! E não só fome. O sono que bate depois é uma coisa inevitável! Mas, pelo menos pra mim, basta "meia horinha" de descanso e já estou "tinindo" pra segunda! Além de tudo, dizem que faz bem ao coração! Então, não vamos contrariar!
Tem gente que não gosta porque fica todo molhado, respiração ofegante, dor nos braços, nas pernas por causa de tanto esforço repetitivo! Eu não dou bola! Entro de "cabeça" e me molho, esforço, estico, perco o fôlego as vezes, mas sigo firme e forte, sem desanimar e, na medida do possível, sem desanimar quem está comigo!
E a mudança de posição é obrigatória pra não ficar chato! Vai de um jeito, volta de outro, de frente, de costas, as vezes até de lado! O importante é não parar e saber variar as posições, o ritmo! E essa variação com qualidade só vem depois de muito se praticar!
Tem gente que se depila antes de "praticar"! Apesar de gostar muito da "coisa", confesso que ainda não cheguei a esse nível de metrossexualidade nem tampouco esses meus (poucos) pêlos atrapalharam meu desempenho!
Ultimamente, faço só a noite, porém, não vejo problema nenhum em fazer de manhã, logo depois de acordar. Aliás, quando fazemos de manhã, parece que o dia rende! O trabalho rende! A hora passa depressa por causa da disposição que ficamos!
Sou suspeito sobre tudo que escrevi acima. Sempre gostei, desde moleque! Se posso aqui neste blog dar um conselho, meus caros leitores, se você ainda não faz, recomendo que comece, com gosto, a nadar!

domingo, 1 de setembro de 2013

Anime-se!

É difícil eu engolir quando alguém não quer fazer alguma coisa porque está sem ânimo para tal... Cansado é uma coisa, sem ânimo, aí fica difícil de acreditar que é realmente por causa disso que algo deixará de ser feito.
Quando você vira pai e mãe, ânimo é uma palavra que está intrínseca no seu dia a dia de uma tal forma que não tem como separar das suas atitudes, estando você acordado ou não. A semana que se passou foi uma prova disso.
Em plena segunda feira braba, descobrimos que nossa princesa estava com, acreditem se quiserem, catapora! Desde então, febre, não comia, vomitava, não dormia e, consequentemente, nós também não. Foram exatamente três seguidas noites sem dormir.
Mesmo assim, expediente de trabalho completo todo santo dia. óbvio que a produtividade não é a mesma. Óbvio que o humor não é o mesmo. Mas, quando se tem responsabilidades e, principalmente, disposição, tudo flui, normalmente.
Sempre que vejo alguma matéria sobre a capacidade do ser humano, fico um pouco decepcionado comigo mesmo. Fico com a impressão que, por mais que façamos, sempre é pouco perto do que podemos fazer. Com quem sempre diz que não tem ânimo pra isso ou aquilo, decepção não é bem o que sinto. Talvez um pouco de desprezo!
Enfim. A cada dia evoluímos mais sobre nossas capacidades, mas se você quiser dar uma acelerada nessa evolução, é simples: tenha um(s) filhos!

P.S.: de ontem pra hoje, já conseguimos dormir umas quatro horas seguidas!

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Entre na fila!

Acho que arrependimento é a pior sensação que o ser humano pode ter. Arrependimento com certeza deve vir carregado de um monte de dúvidas ou desgosto. Geralmente, quando a pessoa se sente arrependida, é porque fez algo não para agradar a uma vontade sua, mas sim para agradar a alguém, para se encaixar em um contexto, para tentar se mostrar ser uma pessoa que, intimamente, não é.
Um dos vários orgulhos que tenho ao longo dessa minha curta vida é o de não estar arrependido com nada do que tenha feito. Isso não quer dizer que nunca tenho feito nada de errado. Muito pelo contrário. Para algumas pessoas, o que as vezes fiz para me agradar, pode ter sido considerado errado. Paciência! Nesse ponto, sou extremamente egoísta!
Tenho medo de morrer. Acho que a nossa vida é muito curta. Tudo passa rápido demais. Conforme fui ficando mais velho, fui aprendendo a fazer com prazer o que me dá vontade. Sendo certo para a maioria das pessoas ou não. Porém, nunca fiz algo pensando em magoar alguém. Não voluntariamente.
Falo o que penso. Sou muito sincero e direto, pois não posso perder tempo em tentar explicar de forma que o que eu disser, agrade a todos. Espero dos outros (talvez em vão) o mesmo bom senso que tenho sobre as coisas. Sobre o que é certo ou o que é errado, do ponto de vista de uma pessoa de bem.
Faço o que tenho vontade. Nunca fiz algo pensando em uma possível desculpa caso alguém não vá gostar. Sempre fiz o que eu tive vontade e continuarei fazendo. Se não agradar todo mundo, não me interessa.
Trato bem quem eu gosto. Não me dou o trabalho de perder meu preciosos tempo com pessoas ou atitudes das quais não gosto. E não sou difícil de gostar de alguém. Todos temos um lado bom, um lado interessante. Procuro focar nesse do que nos piores lados...
Por fim, e talvez por consequência disso tudo, acabo me tornando autêntico (e modesto, vá!) e, no mundo competitivo em que vivemos, a autenticidade é, para muitas pessoas - frustradas, diga-se de passagem - chata pra caralho!

domingo, 18 de agosto de 2013

Amém!

É exatamente essa a cara das pessoas quando me ouvem responder que não tenho religião. Um susto, reprovação ou espanto, não sei. Só sei que ninguém reage com normalidade quando, sinceramente e de peito aberto, digo que não sigo a nenhuma religião.
O espanto, na verdade, deveria ser meu. O que tem de errado em não seguir algum dogma? E pergunto mais, qual é o "correto" que eu deveria seguir? Não, não há uma resposta lógica pra essas perguntas. Não tão lógica quanto eu, abertamente e sem qualquer peso de consciência, dizer que não, não sigo nenhuma religião.
Não é porque não frequento alguma igreja, templo, terreiro, centro, ou qualquer outra "casa de Deus" que não sou boa pessoa. Aposto que converso com Ele mais vezes e com muito mais sinceridade do que muito "beato" rato de igreja.
De que adianta ir na igreja todo domingo, participar de novenas, grupos de orações se não é capaz de tratar com educação um garçom, um recepcionista de hotel ou um frentista? Só porque paga o dízimo com frequência e periodicidade que está liberado agir mal com outras pessoas? Eu acredito que em não fazendo mal para outros, estou muito mais próximo Dele do que se eu frequentasse o culto toda semana e achasse que fosse o dono da verdade, sempre.
Não tenho religião. Sou muito feliz assim e não tenho o menor remorso em acreditar, do meu jeito, que não preciso seguir "as maiorias" que sempre tem razão para ficar próximo de Deus.

domingo, 11 de agosto de 2013

Nunca foi tão bom abrir mão!

Quem em sã consciência abre mão de tudo que gosta por outra pessoa?
Imagine você, abrindo mão de umas noites de sono, só pra atender às vontades de outra pessoa? Sem hora, sem motivo, apenas porque ela quer, naquela hora. E você vai...
Já pensou em abrir mão da sua tarde de domingo em frente à TV só porque outra pessoa quer assistir a programas que não são os seus favoritos? E você faz e, na maioria das vezes, dando risada e achando graça!
E ter que dividir sua esposa, namorada, amada, etc, com outra pessoa? E o pior, geralmente ela vai dar mais atenção à essa pessoa do que a você, independente do que vocês estejam conversando, fazendo. Ah, e você não vai poder reclamar!
Pois é meus amigos. Essa pessoa que abre mão de tudo por outra, existe! Sou eu, pode ser você, é meu pai... Todos nós que escolhemos ter filhos, mais cedo ou mais tarde abriremos mão de alguma coisa por causa deles!
Alguns pensam que somos loucos e no fundo tem razão! Somos loucos por eles, nossos filhos e confesso que é uma delícia abrir mão de tudo isso só pra ver um sorriso na carinha deles! Feliz dia dos pais!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Vende-se um Guilherme!

Não sou convencido! É o que tento passar para algumas pessoas que, à primeira vista, tem essa impressão a meu respeito.
Você gostar realmente de você não é ser convencido. Você gostar de si mesmo só ajuda a despertar em outras pessoas um sentimento parecido para com você. Se você não gosta de você mesmo, porque outro gostará? Não teria lógica!
Pra que eu vou salientar meus defeitos? Preciso sim é conhece-los e, de alguma forma, tentar diminuí-los. Não eliminá-los, pois uma pessoa sem defeitos deve ser chata pra caralho de se aturar. É como uma sobremesa muito doce, enjoa!
Portanto, não me resta outra alternativa senão a de fazer uma bela propaganda do meu melhor lado! Aliás, de todos os meus lados, afinal, não tenho um lado ruim! Posso até ter, mas não que mereça ser destacado...
Não preciso ser rotulado por outras pessoas. Ninguém melhor do que eu sabe quais recomendações colocar nessa embalagem. Só me resta vender corretamente o produto para que não seja usado de maneira errada.
Por outro lado, cabe a mim não vender uma imagem do que não sou, do que não posso oferecer. Vendendo isso, como muitos por aí, troco o "gostar de mim mesmo do jeito que eu sou" por um "tomara que gostem do que eu queria que eles achassem que eu sou".
Se é a melhor campanha publicitaria, eu não sei. Mas que, para mim, gostar do que eu sou e vender o que exatamente eu sou, já é uma campanha de sucesso! Cabe a mim, divulgá-la!

terça-feira, 30 de julho de 2013

Feliz, postagem!

Desde quando ser feliz virou obrigação? Não que eu seja contra a felicidade, principalmente a minha, mas é que de uns tempos pra cá, parece que é obrigação ser feliz. É obrigação mostrar que se é feliz. Nem que seja de mentira.
Pra mim, ser feliz é uma coisa tão normal, tão óbvia, que não requer afirmação ou propaganda. Porém, quando me conecto na internet, não é isso que vejo. Vejo um monte de gente que, na vida real, não são ou não têm tantos motivos para tanta felicidade estampada nos Instagrams, Facebooks e o caralho a quatro.
Não sinto pena. Aliás, não sinto pena de ninguém que não tenha sido injustiçado. Eu na verdade sinto um certo desprezo. Desprezo porque a não felicidade, ou melhor, a falsa felicidade estampada aos quatro ventos serve para encobrir certas frustrações. Frustrações por não fazer parte de um contexto, ou frustração por não ter conseguido ser o que sempre quis. Ou não ser o que outros são. E essas não conquistas são frutos única e exclusivamente de escolhas mal feitas ou escolhas não pensadas, geralmente para agradar a terceiros ou para ter um status ilusório. Portanto, só merecem meu desprezo!
A minha felicidade está implícita no simples fato de eu estar exatamente onde queria e onde almejei chegar. Com muita ajuda, mais principalmente, com minhas próprias pernas e cabeçadas, erradas ou propositais, mas todas elas, minhas!

domingo, 6 de janeiro de 2013

O tempo não pára!

Não existe uma expressão mas atemporal do que "o tempo é relativo". Eu particularmente, gosto da definição de que "O tempo é relativo. Depende muito do lado da porta do banheiro que você esteja". Mas hoje, tempo é um bem que não tem mais tanta importância como antigamente.
Hoje, se aquele anúncio do YouTube demora mais do que cinco segundos, quase perdemos o interesse no vídeo principal que estamos esperando "baixar". Antigamente, tínhamos que ter a paciência de esperar dois, três meses para que a fita chegasse na locadora depois que um filme fosse lançado no cinema. E paciência maior ainda tinha que ter o dono da locadora aguentando aquele tanto de moleque perguntando todo santo dia se "já chegou, tio?".
E aquela música preferida? Tínhamos que passar horas e horas perto do rádio com o "play e rec" apertados, segurados apenas pelo "pause" do aparelho para que na hora que a bendita música tocasse, conseguíssemos uma bela gravação! Ah, e se tivéssemos essa sorte de estar na hora certa e no lugar certo pra gravar a tal música, ainda tínhamos que torcer para que o dj não colocasse nenhuma propaganda no meio da música ou cortasse ela antes do final!
E as correspondências? Hoje, com as facilidades de emails e sms, tudo é, ou deveria ser, muito rápido! Antigamente, tínhamos que esperar dias, semanas e até meses, pra quem mora no Acre, para receber um simples cartão postal. Hoje, se o cidadão demora mais do que quinze segundos pra responder aquela mensagem no Whastsapp, a pessoa já imagina mil situações, se esquecendo que as pessoas as vezes tem outros afazeres ao invés de ficar com olhos e dedos ao inteiro dispor do celular. Não que algumas pessoas não sejam assim...
Saudade de quando tínhamos tempo realmente livre, tempo para expectativas e tempo de sobra pra realmente curtir a vida!