sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Entre na fila!

Acho que arrependimento é a pior sensação que o ser humano pode ter. Arrependimento com certeza deve vir carregado de um monte de dúvidas ou desgosto. Geralmente, quando a pessoa se sente arrependida, é porque fez algo não para agradar a uma vontade sua, mas sim para agradar a alguém, para se encaixar em um contexto, para tentar se mostrar ser uma pessoa que, intimamente, não é.
Um dos vários orgulhos que tenho ao longo dessa minha curta vida é o de não estar arrependido com nada do que tenha feito. Isso não quer dizer que nunca tenho feito nada de errado. Muito pelo contrário. Para algumas pessoas, o que as vezes fiz para me agradar, pode ter sido considerado errado. Paciência! Nesse ponto, sou extremamente egoísta!
Tenho medo de morrer. Acho que a nossa vida é muito curta. Tudo passa rápido demais. Conforme fui ficando mais velho, fui aprendendo a fazer com prazer o que me dá vontade. Sendo certo para a maioria das pessoas ou não. Porém, nunca fiz algo pensando em magoar alguém. Não voluntariamente.
Falo o que penso. Sou muito sincero e direto, pois não posso perder tempo em tentar explicar de forma que o que eu disser, agrade a todos. Espero dos outros (talvez em vão) o mesmo bom senso que tenho sobre as coisas. Sobre o que é certo ou o que é errado, do ponto de vista de uma pessoa de bem.
Faço o que tenho vontade. Nunca fiz algo pensando em uma possível desculpa caso alguém não vá gostar. Sempre fiz o que eu tive vontade e continuarei fazendo. Se não agradar todo mundo, não me interessa.
Trato bem quem eu gosto. Não me dou o trabalho de perder meu preciosos tempo com pessoas ou atitudes das quais não gosto. E não sou difícil de gostar de alguém. Todos temos um lado bom, um lado interessante. Procuro focar nesse do que nos piores lados...
Por fim, e talvez por consequência disso tudo, acabo me tornando autêntico (e modesto, vá!) e, no mundo competitivo em que vivemos, a autenticidade é, para muitas pessoas - frustradas, diga-se de passagem - chata pra caralho!

domingo, 18 de agosto de 2013

Amém!

É exatamente essa a cara das pessoas quando me ouvem responder que não tenho religião. Um susto, reprovação ou espanto, não sei. Só sei que ninguém reage com normalidade quando, sinceramente e de peito aberto, digo que não sigo a nenhuma religião.
O espanto, na verdade, deveria ser meu. O que tem de errado em não seguir algum dogma? E pergunto mais, qual é o "correto" que eu deveria seguir? Não, não há uma resposta lógica pra essas perguntas. Não tão lógica quanto eu, abertamente e sem qualquer peso de consciência, dizer que não, não sigo nenhuma religião.
Não é porque não frequento alguma igreja, templo, terreiro, centro, ou qualquer outra "casa de Deus" que não sou boa pessoa. Aposto que converso com Ele mais vezes e com muito mais sinceridade do que muito "beato" rato de igreja.
De que adianta ir na igreja todo domingo, participar de novenas, grupos de orações se não é capaz de tratar com educação um garçom, um recepcionista de hotel ou um frentista? Só porque paga o dízimo com frequência e periodicidade que está liberado agir mal com outras pessoas? Eu acredito que em não fazendo mal para outros, estou muito mais próximo Dele do que se eu frequentasse o culto toda semana e achasse que fosse o dono da verdade, sempre.
Não tenho religião. Sou muito feliz assim e não tenho o menor remorso em acreditar, do meu jeito, que não preciso seguir "as maiorias" que sempre tem razão para ficar próximo de Deus.

domingo, 11 de agosto de 2013

Nunca foi tão bom abrir mão!

Quem em sã consciência abre mão de tudo que gosta por outra pessoa?
Imagine você, abrindo mão de umas noites de sono, só pra atender às vontades de outra pessoa? Sem hora, sem motivo, apenas porque ela quer, naquela hora. E você vai...
Já pensou em abrir mão da sua tarde de domingo em frente à TV só porque outra pessoa quer assistir a programas que não são os seus favoritos? E você faz e, na maioria das vezes, dando risada e achando graça!
E ter que dividir sua esposa, namorada, amada, etc, com outra pessoa? E o pior, geralmente ela vai dar mais atenção à essa pessoa do que a você, independente do que vocês estejam conversando, fazendo. Ah, e você não vai poder reclamar!
Pois é meus amigos. Essa pessoa que abre mão de tudo por outra, existe! Sou eu, pode ser você, é meu pai... Todos nós que escolhemos ter filhos, mais cedo ou mais tarde abriremos mão de alguma coisa por causa deles!
Alguns pensam que somos loucos e no fundo tem razão! Somos loucos por eles, nossos filhos e confesso que é uma delícia abrir mão de tudo isso só pra ver um sorriso na carinha deles! Feliz dia dos pais!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Vende-se um Guilherme!

Não sou convencido! É o que tento passar para algumas pessoas que, à primeira vista, tem essa impressão a meu respeito.
Você gostar realmente de você não é ser convencido. Você gostar de si mesmo só ajuda a despertar em outras pessoas um sentimento parecido para com você. Se você não gosta de você mesmo, porque outro gostará? Não teria lógica!
Pra que eu vou salientar meus defeitos? Preciso sim é conhece-los e, de alguma forma, tentar diminuí-los. Não eliminá-los, pois uma pessoa sem defeitos deve ser chata pra caralho de se aturar. É como uma sobremesa muito doce, enjoa!
Portanto, não me resta outra alternativa senão a de fazer uma bela propaganda do meu melhor lado! Aliás, de todos os meus lados, afinal, não tenho um lado ruim! Posso até ter, mas não que mereça ser destacado...
Não preciso ser rotulado por outras pessoas. Ninguém melhor do que eu sabe quais recomendações colocar nessa embalagem. Só me resta vender corretamente o produto para que não seja usado de maneira errada.
Por outro lado, cabe a mim não vender uma imagem do que não sou, do que não posso oferecer. Vendendo isso, como muitos por aí, troco o "gostar de mim mesmo do jeito que eu sou" por um "tomara que gostem do que eu queria que eles achassem que eu sou".
Se é a melhor campanha publicitaria, eu não sei. Mas que, para mim, gostar do que eu sou e vender o que exatamente eu sou, já é uma campanha de sucesso! Cabe a mim, divulgá-la!