Essa semana que passou foi foda! Meus sentimentos foram de oito a oitenta em menos de três dias. tudo isso causado por duas pessoas muito importantes na minha vida. A primeira, responsável pelo "oito", meu irmão preto, Keké, ao qual dediquei uma postagem extraordinária neste tão prestigiado blog (que por sinal, por causa dele também, ficou muito mais prestigiado)! A segunda, responsável pelo "oitenta", ela, a herdeira do Império XaXim Power, minha princesinha, Duda, que fez um aninho de vida na última sexta feira, dia vinte e sete de maio!
Ha um ano atrás, postei aqui, neste mesmo blog, meu primeiro dia como pai, de fato (já que desde que sabemos que a mãe de nossa cria está grávida, já temos o título honorário de pai!). Tentei descrever, na medida do possível, o que sentimos quando vemos aquela coisinha enrugada, vermelha e toda sujinha que é um bebê recém nascido (confiram em Be careful! Baby XaX on board!). Se é dos outros, tudo com cara de joelho! Se é nossa, tudo com cara de joelho também, mas o joelho mais lindo do mundo!
Pois bem, um ano já se passou! Não sou pai mais de um bebê e sim de uma 'menininha de um aninho'. Parece que não, mas muda. O crescimento agora é mais rápido. As peripécias, cada vez mais de deixar os cabelos (o que não é o meu caso) em pé! A "independência" daqui pra frente só aumenta, o que faz com que, proporcionalmente - ou porque não dizer, exponencialmente - a carência paterna também!
Duda está cada dia mais linda! Cada dia maior. O que não muda, independente do tempo de vida dessa coisinha, é o tanto que a amamos! Talvez até mude, mas só para maior!
Disse e repito aqui: talvez, para muitos de meus leitores que ainda não são pais e mães, todas essas palavras só atraem formiga para a tela do computador de tão "água com açúcar" que são. A esses leitores, só uma dica: tenham um filho! A minha opinião era essa também e, se tem algo com que eu realmente "quebrei a cara" e tive que dar o braço a torcer, foi esse tal sentimento materno/paterno, que antes para mim era exagerado e em alguns casos, forçado. Hoje, não mais.
Tomara que eu possa postar muitos e muitos textos homenageando minha princesinha. Só peço aos meus leitores "órfãos" de filhos uma certa paciência com este pai babão, exagerado, porém, muito feliz!



