segunda-feira, 30 de maio de 2011

As emoções de um (não mais tão) novato!

Essa semana que passou foi foda! Meus sentimentos foram de oito a oitenta em menos de três dias. tudo isso causado por duas pessoas muito importantes na minha vida. A primeira, responsável pelo "oito", meu irmão preto, Keké, ao qual dediquei uma postagem extraordinária neste tão prestigiado blog (que por sinal, por causa dele também, ficou muito mais prestigiado)! A segunda, responsável pelo "oitenta", ela, a herdeira do Império XaXim Power, minha princesinha, Duda, que fez um aninho de vida na última sexta feira, dia vinte e sete de maio!
Ha um ano atrás, postei aqui, neste mesmo blog, meu primeiro dia como pai, de fato (já que desde que sabemos que a mãe de nossa cria está grávida, já temos o título honorário de pai!). Tentei descrever, na medida do possível, o que sentimos quando vemos aquela coisinha enrugada, vermelha e toda sujinha que é um bebê recém nascido (confiram em Be careful! Baby XaX on board!). Se é dos outros, tudo com cara de joelho! Se é nossa, tudo com cara de joelho também, mas o joelho mais lindo do mundo!
Pois bem, um ano já se passou! Não sou pai mais de um bebê e sim de uma 'menininha de um aninho'. Parece que não, mas muda. O crescimento agora é mais rápido. As peripécias, cada vez mais de deixar os cabelos (o que não é o meu caso) em pé! A "independência" daqui pra frente só aumenta, o que faz com que, proporcionalmente - ou porque não dizer, exponencialmente - a carência paterna também!
Duda está cada dia mais linda! Cada dia maior. O que não muda, independente do tempo de vida dessa coisinha, é o tanto que a amamos! Talvez até mude, mas só para maior!
Disse e repito aqui: talvez, para muitos de meus leitores que ainda não são pais e mães, todas essas palavras só atraem formiga para a tela do computador de tão "água com açúcar" que são. A esses leitores, só uma dica: tenham um filho! A minha opinião era essa também e, se tem algo com que eu realmente "quebrei a cara" e tive que dar o braço a torcer, foi esse tal sentimento materno/paterno, que antes para mim era exagerado e em alguns casos, forçado. Hoje, não mais.
Tomara que eu possa postar muitos e muitos textos homenageando minha princesinha. Só peço aos meus leitores "órfãos" de filhos uma certa paciência com este pai babão, exagerado, porém, muito feliz!

terça-feira, 24 de maio de 2011

Clodomiro Nascimento Neto - Keké - 22/12/1973 a ?

Hoje, terça feira, dia vinte e quatro de maio de dois mil e onze, ao vestir minha roupa para ir trabalhar, não imaginava que tinha acertado, mesmo que involuntariamente, na cor das peças: preto e cinza. Se fosse em qualquer outra ocasião, chegaria brincando ao escritório dizendo que estava de luto. Infelizmente, não pude fazer a piada sem que fosse verdade.
Ao sair de casa, logo cedo, recebo uma notícia que, mesmo sendo esperada, me chocou e entristeceu como se fosse algo totalmente repentino, inesperado. Clodomiro Nascimento Neto, Neto para os familiares, Keké para qualquer pessoa que dele se aproximasse, tinha falecido nessa madrugada.
Poucas vezes em minha vida, senti um vazio tão desconfortante como aquela sensação que se iniciava assim que a notícia tinha sido me dada. Acabava ali, pelo menos fisicamente, uma amizade, de curtos vinte anos, fraterna e extremamente sincera que ignorava qualquer tipo de preconceito. Curtos porque por mais que tivéssemos aprontado poucas e boas toda vez que nos encontrávamos, seja em festas, casamentos, funerais, batizados e o caralho a quatro, a diversão e o alto astral nunca se acabariam! A não ser desse jeito, contra nossa vontade. Uma amizade que ignorava qualquer tipo de preconceito porque não era amigo do Keké negro, ou do Keké homossexual ou mesmo do Keké, nos útimos anos, soro positivo. Fui, ou melhor, sempre serei amigo, ou melhor, irmão, do Keké. Simples assim.
Keké, aos trinta e sete anos, soube aproveitar a curtíssima vida! Talvez esse aproveitamento exagerado foi o preço que ele pagou, infelizmente, com a vida. Porém, sem essa falta de preocupação com o futuro, Keké não seria tão divertido, tão engraçado e unanimemente tão querido, mesmo nunca ter sido 'santo'.
Costumo postar minhas "opiniões" apenas aos domingos, como vocês sabem. E aos domingos, procuro sempre entreter a quem me prestigia, lendo essas postagens, muitas vezes "nada a ver". Porém, não poderia deixar de homenagear meu "irmão preto" com essa postagem "extraordinária" em plena terça feira! É o mínimo que posso fazer agora, em lágrimas e usando um dos poucos dons que Deus me deu, o de escrever.
O Keké, canhoto, do olho caído, dente aberto (como os meus!!!) e marrom bombom, como ele mesmo se auto intitulava, não está mais aqui. Não terei mais a sorte de encontra-lo na rua, ou no Clube Amazonas, berço de nossa amizade. Fico apenas com duas certezas: a de que a saudade vai só aumentar com o passar do tempo e a certeza de que o mundo em que vivemos, a partir de hoje, ficou muito, muito mais triste.

domingo, 22 de maio de 2011

Boa música. M - Ú - S - I - C - A!

Já postei sobre isso aqui mas não custa reforçar: não gosto de axé, pagode e sertanejo! Esse último, salvam-se os sertanejos (verdadeiros) de raiz, e não esse tal de sertanejo universitário, que, pelo teor das letras, não é nem de ensino fundamental!
Pois bem, tendo reforçado sobre isso, essa postagem é sobre as músicas que são atemporais. Aquelas que todos ouvem a introdução e já sabem do que se trata, gostando ou não do estilo ao qual ela faz parte!
Pra começar, quem não começa a balançar a cabeça quando começa a ouvir Sunday Blood Sunday, do U2? Não tem erro! Quando Larry Mullen Jr. começa a tocar sua bateria, todo mundo já acompanha na mesa do bar, ou no volante do carro ou com uma bateria imaginaria no ar!
Outro exemplo desse inconfundível início de música é a introdução de Back in Black, do AC/DC. Essa anima qualquer reunião! Atualmente, graças ao filme "Iron Man" (Homem de Ferro), essa música ressurgiu para os mais velhos ou simplesmente foi apresentada aos mais novos! Poucas introduções são tão conhecidas como essa! Fora a introdução, que é inconfundível, o solo do guitarrista Malcom Young, irmão do vocalista e também guitarrista Angus Young, é de servir de inspiração para quem curte guitarra (confira o solo aos 2:00 minutos do clipe do link).
Por falar em solo, não tem como não citar o solo de Stairway to Heaven, do legendário Led Zepelin! Aliás, nessa música, não só o solo chama a atenção. A melodia, criada em longos oito anos pelo guitarrista Jimmy Page, porém, "sacaneada" na letra pelo vocalista psicodélico Robert Plant, é uma das mais bonitas dentre os clássicos do rock 'n roll de todos os tempos. A música é longa, mas vale a pena curtir os dez minutos dessa obra prima.
Agora, falando em obra prima, acho que nenhum gênero musical exprime tanto sua arte quanto o Blues. E dentro do Blues, acho que o "Michelangelo" da guitarra ainda continua sendo ele, o Rei, B. B. King. Em The Thrill is Gone, quase é possível entender a letra pelo som que ele tira da guitarra. Essa, pra quem gosta, é a típica música do típico Blues, aquele de New Orleans, berço do gênero.
Foram alguns exemplos de boa música, coisa rara de encontramos hoje, nos tempos de 'Restart' e - igualmente ruins - bandas similares. Posso não ter a coordenação necessária para tocar uma guitarra, ou baixo, mas ouvido e gosto bom pra música, acho que tenho!

domingo, 15 de maio de 2011

Na coluna do XaXim!

E aí meus leitores? Curtiram as dicas para um bom casamento? Espero que sim! Bom, pra quem já casou, boa sorte, ou não... Pra quem desistiu do casamento, parabéns, digo, que pena... Bola pra frente!
Hoje, uma postagem diferente. Já critiquei eles aqui, ou melhor, já critiquei suas posturas pseudo jornalísticas, mas hoje, me tornarei um deles! Sim, esta postagem de hoje será nos moldes dos colunistas sociais, fruto da não exigência de diploma de jornalismo para exercer tal arte! Indispensável dizer que as situações bem como as "personalidades" noticiadas são fictícias e qualquer semelhança com a vida real, é mera coincidência!
Para começar, aniversários. Qualquer aniversário, de qualquer filha de "alguém", vira quase uma declaração de amor. De maneira magnífica e estonteantemente glamurosíssima, hoje, domingo, minha queridíssima amiga-inseparável-quase-irmã, Mariah Elizabeth Albuquerque e Albuquerque comemora seus bem vividos-e-aproveitados-intensamente, 15 anos. Desse amigo-seu-fã, meus sinceros parabéns! Já estou ansioso aguardando o convite para a festa que com certeza será um acontecimento memorável!
E aquelas viagens de férias para o nordeste pela CVC, paga em dez vezes sem juros no cartão de crédito? Desembarca hoje, no movimentadíssimo aeroporto de Cumbica, vinda de uma revigorante passagem pelas belas-paradisíacas-seletivas praias do nordeste do nosso 'Brazil', meu querido e adimiradíssimo amigo, além de um excelente estagiário de advocacia em um renomadíssimo escritório do ramo na cidade, Fernando Luiz Alcântara Gonzalez (não sem a sua cara metade Myrian). Esse amigo, aguarda ansiosíssimo pelas 'pictures', antes de serem postadas em seu visitadíssimo Face.
E as notas de bodas? Essas sim são de uma importância jornalística tremenda! E nesta semana o casal perfeito-nascidos-um-para-o-outro, Edgard-Jenniffer, ele filho do renomado-bem-sucedido empresário do ramo de combustíveis, Antônio Abelardo-Maria Alice e ela, filha do elegantérrimosíssimo casal Joaquim-Abgail, ele, patrono-vanguardista do ramo de varejões horti-fruti-granjeiros da cidade, completam hoje Bodas de Cera! Desse colunista-amigo-que-foi-convidado-para-o-casamento, meus sinceros desejos de sucesso e longevidade na relação matrimonial!
Sem mais notas "importantes", este pseudo-bem-humorado-sem-noção blogueiro se despede! Até o próximo domingo!

domingo, 8 de maio de 2011

Casar ou comprar uma bicileta? Parte II

Dando continuidade à nossa "tradução simultânea" das dicas do Dr. Sergio Savian, o "especialista" em relacionamentos, vamos conferir as últimas cinco das dez dicas (confira as primeiras cinco na postagem anterior) que ele dá para pessoas decidirem se realmente podem casar com a cara metade.
Sexta dica: Faça de tudo para resolver os conflitos da relação. Conversem muito. Se necessário, peçam ajuda a um terapeuta antes do casamento. Depois, com a convivência mais próxima, tende a piorar. Gente, as pessoas mudam, mas é sempre pra pior! Esse negócio de 'ruim com ele, pior sem ele' não existe! E o Serjão aproveitou essa dica pra fazer um "merchan" da categoria...
Sétima dica: Tenha clareza dos fundamentos da sua relação. A união está baseada em que? Beleza, posicionamento social e dinheiro vêm e vão. Amizade e cumplicidade são fundamentais. Preto no branco? Se quiser ser feliz, case-se com um Zé Ninguém feio e pobre!
Oitava dica: Entenda a natureza de um casamento. Você está disposto a cumprir as obrigações que caracterizam um matrimônio? Por obrigações do casamento entenda: adeus balada com as amigas, adeus compras no shopping com o cartão de crédito do pai, adeus salão de beleza toda semana e adeus bunda lisinha sem celulite!
Nona dica: Pergunte-se: você está tomando a decisão certa? Para saber a resposta, imagine-se para o resto da sua vida com a pessoa que escolheu para casar. Você consegue imaginar isso? Não é atoa que o número de casamentos vem diminuindo a cada dia! Nos dez primeiros segundos de imaginação já se podem ver lágrimas de desespero!
Décima e última dica: Verifique se você pode oferecer à pessoa com quem pretende se casar o que ela espera de você. E ao contrário: ela pode lhe dar o que você quer? Se você está casando com o Zé Ninguém feio e pobre, o que você espera de uma pessoa dessas?
Espero que tenha ajudado a vocês, meus queridos leitores e, principalmente, leitoras, a interpretar corretamente as dicas do Serjão. E lembrem-se: se casamento fosse uma coisa boa, não precisaria de testemunhas!

domingo, 1 de maio de 2011

Casar ou comprar uma bicicleta? Parte I

Em um desses dias atrás, estava atoa percorrendo as páginas da internet e vi uma matéria que mostrava dez questões para se avaliar antes de casar. As dicas são do Sergio Savian, um terapeuta "especializado" em relacionamentos. Gente, de casamento eu entendo e digo que não há uma fórmula, uma cartilha para seguir para que um relacionamento dê certo. Mesmo assim, pelo bem da humanidade, vou "traduzir" essas dez dicas, divididas em duas postagens!
Primeira dica do Serjão: Espere o fogo da paixão passar antes de se casar, assim você avalia melhor a pessoa. No começo, da relação ficamos embebedados pelo outro e não conseguimos vê-lo como realmente é. O dia que seu namorado perder a vergonha e soltar um peido perto de você, beleza! Este é o momento para decidir se casa ou não! Claro, se ele já der aquela cagada de porta aberta e conversando com você aos gritos, este também é um bom momento.
Segunda dica: Nada como um dia após outro para entendermos melhor uma pessoa, suas atitudes, reações etc. Procure casar com quem já conviveu durante um bom tempo. Ao menos dois anos. Essa dica complementa a primeira. Se em dois anos nada do que eu disse na primeira dica acontecer, desiste filha! Esse cidadão tem tudo pra ser um chato e muito ruim de cama!
Terceira dica do Sérgio: Faça um bom test-drive antes do casamento. Com algumas pessoas temos uma boa química no sexo, com outras, não. É o que eu sempre digo: se a Terra vai comer mesmo, deixa os outros comerem antes! Só toma cuidado para não exagerar na quantidade de test drives... De noiva, você pode passar a Bruna Surfistinha num piscar de olhos!
Quarta dica: Pesquise o currículo afetivo-sexual do futuro cônjuge. Entenda como essa pessoa se comportou em outros relacionamentos. Uma coisa leva a outra. Se seu noivo não precisar se esforçar muito pra obter informações de relações anteriores, ou o relatório for muito "extenso", fodeu! Portanto meninas, nada de demonstrar todo do repertório pornográfico logo na primeira transa!
Quinta e última dica dessa postagem: Saiba se o seu amor está disposto a se unir ou se é uma necessidade sua. Para um casamento dar certo, os dois devem querer, sem pressões. Não é porque seu namorado te convidou pra dormir no apartamento dele UM final de semana que isso quer dizer que ele quer ser feliz para sempre com você, minha amiga. E outra, não é porque já namoram a dezessete anos que isso quer dizer que vocês são obrigados a se casar!
Na próxima semana, as últimas cinco dicas e suas respectivas traduções para um bom casamento. Ou não...