terça-feira, 28 de outubro de 2014

Na Rota do XaXim #1 | Franca - Birigui | 29/05/14

Vamos centralizar a bagaça! A partir dessa terça feira e nas próximas, vamos curtir também os vídeos do Na Rota do XaXim, um projeto pessoal desse que vos escreve, com o intuito de não deixar passar em branco a maior parte da minha vida profissional, que se confunde com a pessoal.

Mistura de dois gostos, o de atender e o de viajar, contados a partir de pequenos vídeos, com nosso cotidiano de viagens e boas músicas!

Quem já viu, reveja! Quem não viu, curta!

Viagem inaugural, bate e volta em Birigui com dois companheiros de peleja, Lidmor e Ygor. A edição ainda é tímida, mas o som já começa com boa qualidade.




Obs.: por conter músicas com direitos autorais, mesmo sendo reconhecido, não é possível a visualização deste vídeo em plataformas móveis (tablets / smartphones). Sorry!

domingo, 26 de outubro de 2014

Ame-o ou deixe-o. A hora é essa.

Nunca gostei de política e até esta postagem, acho, me corrijam quem mê lê se eu estiver errado, não tinha ainda postado algum texto sobre tal assunto. Mas, mais do que não gostar do assunto política, não gosto do político, seja ele de qual partido for. Incluam-se nessa lista de desafetos, os "correligionários" fervorosos. Virou político, perdeu meu respeito.
Infelizmente, vivemos em um país onde temos que escolher, obrigatoriamente, um candidato menos pior para nos governar e não o mais preparado. Não há opção sincera e, no mínimo, honesta. Há a opção que atende a um maior número de interesses.
Tendo esse panorama político, não vejo ganhadores e perdedores dentre os candidatos. Apenas um rodízio de pessoas que, acima de tudo, atenderão aos seus interesses a aos de seus partidos. A governancia para a população sempre será em segundo ou terceiro plano.
Estamos presenciando tantos casos de corrupção, roubos, falcatruas, etc, que, até quem denuncia, não tem mais credibilidade, pois a argumentação da defesa vem através de uma outra denúncia, contra o denunciante. É um fogo cruzado em que a população é alvo das "balas perdidas", sem ter uma trincheira para se esconder.
A eleição encerrada hoje, com a presidenta Dilma sendo reeleita por um pouco mais da metade dos eleitores prova que, estando ruim ou não, seus métodos ou "planos de governo" atendem aos interesses de mais de cinquenta milhões de brasileiros. E não adianta quem não votou na Dilma criticar esse pessoal, afinal, assim como quem não votou nela, votou para atender aos seus interesses, mais simpáticos com o outro candidato. Esse é o bônus (ou ônus) da democracia.
Não acredito também em uma divisão do país em norte/nordeste e sul/sudeste. Ela, assim como Aécio, tiveram votos em todo Brasil e não apenas de uma região ou classe social. Não há culpados ou inocentes em uma eleição. Quem defende aos seus interesses, não pode ser julgado como réu ou vítima.
Portanto, não estou de luto. Não tenho vergonha de ser brasileiro. Conseguindo ou não atender aos meus interesses, ainda tenho o direito de poder escolher de que lado estou e isso meus leitores, ainda é um grande privilégio.
A minha parte não fiz hoje, ou no voto do primeiro turno. A minha parte faço todos os dias. Amanhã, segunda feira, dia útil, levanto para trabalhar honestamente, como sempre. Esse é meu protesto.


P.S.: não que seja da conta de ninguém, pois pra mim, o voto ainda é secreto. Mas não, não votei na Dilma.

domingo, 19 de outubro de 2014

Não é a raça, e sim como você cria!

Até ter o seu próprio, todo mundo tem um método infalível de criação. Todo mundo é expert no assunto, alheio, mas é expert. Não adianta! Enquanto não "sofrer" na pele, ninguém sabe, desculpem a expressão, porra nenhuma!
Cada um que tem em casa, sabe o tanto que é difícil a criação hoje em dia. Por isso que fica a dica: se achar que não vai dar conta de criar, não arrume! Não ceda às pressões do povo! Todo mundo incentiva a ter, mas quando arruma, quando vem os problemas, ninguém quer ajudar. Ninguém quer pegar pra criar. Aí os conselheiros desaparecem e dão lugar aos críticos.
Cada criaturinha dessas tem uma personalidade própria. Assim como nós. Cabe a nós, "criadores" saber moldar essa personalidade de acordo com a nossa. E essa é a tarefa mais difícil. É difícil ser bom exemplo pra alguém que está com sua personalidade em constante formação. Nessa fase, não existe uma regra, uma fórmula. Tem que ir no "tato"! E um pouquinho de insistência!
Bater ou não bater? Castigar ou não castigar? Aí vai de cada um. Da maneira que o "bichinho" for criado, é como ele vai se comportar quando for mais maduro. A gente vê tanta matéria sobre agressividade, sobre impulsividade descontrolada e culpa só a criaturinha. Esquecemos da criação que lhe serviu de exemplo.
Acidentes sempre vão acontecer, mas, a maioria das notícias que vemos, poderiam ter sido evitadas se tivesse tido uma boa criação, com responsabilidade na formação da índole. Eu acredito nisso que, não depende da raça, e sim como você cria. Ninguém nasce querendo atacar outro. Isso se ensina ou se aprende com exemplos durante a criação.
Portanto, caso tenhamos que nomear culpados, que sejam os criadores e não as criaturas!

P.S.: o texto acima serve também para quem cria cachorros!

domingo, 12 de outubro de 2014

Prenda a criança que há dentro de você! Ensine a criança que saiu de você!

É, e o dia doze de outubro chegou! A data mais esperada, depois do Natal, pela criançada! Tá certo que, enquanto não se tem filhos, depois de uma certa idade, é um dia qualquer, principalmente como nesse ano, quando cai em um domingo! Agora, depois que se tem filhos, aí sim volta a ser importante (e as vezes caro) no calendário anual das comemorações!
Cansei de ouvir muita gente se gabando de que nunca deixaria de ser criança. Compartilho desse desejo. Até hoje, em alguns momentos da vida, não me considero um "homem feito", como diria meu finado Vô João, quando se referia a uma pessoa que cresceu e amadureceu. A única coisa que mudou é que as "travessuras" são proibidas para menores de dezoito anos as vezes! Mas é bom não ter que dar exemplo de vez em quando...
Porém, querendo eu ou não, já sou sim um homem feito! Família pra cuidar, contas (e muitas) pra pagar, esposa pra dar satisfação e filha pra criar! Não tenho mais o privilégio de ser irresponsável! Algumas regalias temos sim, infelizmente, que deixar pra trás depois que nos tornamos pais.
Imaginem o exemplo que daria à minha princesa se continuasse a mijar dentro dos caminhões do Paulo Cardoso Gás quando eles estacionavam a noite em frente da casa do Vô João, deixando ele muito irritado?! Não ia pegar bem pra um pai responsável de família...
Ou então, como eu iria explicar pra Dudinha que não é certo ligar, com garfos entortados, os tratores que posavam no Posto Delta e estacioná-los atravessados na rua? Com certeza os frentistas, mesmo bravos no dia seguinte, seriam mais gente boa com ela do que foram conosco, mas mesmo assim não dá mais pra ensinar essas coisas...
O tempo passa. E enquanto ele passa, ele nos toma certas preciosidades que somos muito imaturos para apreciar quando as temos. Mas, como dizem os conformistas, é a vida. É o sentido da vida, adquirir e abandonar experiências durante o trajeto!
As únicas coisas que não precisamos, ou melhor, não devemos abandonar, são a incondicionalidade, genuinidade e sinceridade do amor que uma criança sente pelos seus queridos!

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Gosto não se discute. Muito menos se impõe!

Antes de mais nada: não gosto de axé, não gosto de sertanejo, não gosto de pagode. Não tenho religião (não sou ateu, apenas não tenho religião). Não dou indireta em rede social (e na grande maioria, não entendo quando uma indireta é pra mim). Não gosto de carro zero quilômetro e muito menos um ponto zero. Não sou expert em política, portanto não é um dos meus assuntos favoritos e tão pouco tenho interesse em me aprofundar. Não sou favorável a legalização de qualquer tipo de droga ilícita. Não gosto, sexualmente, de homem. Se minha opinião for ajudar alguém, ou for pedida, ótimo. Se não for, guardo comigo. Pronto! Tendo esclarecido esses "pingos nos is", vamos à postagem.
Tudo tem algum sentido pra alguém. Pra tudo que existe, tem alguém que lhe é partidário. Até onde me entendo por gente, não somos obrigados a gostar de nada. Não somos obrigados a ter o mesmo interesse de outrem, caso não nos agrade. Nem tudo que eu gosto, outro pode gostar. Essa é a graça da convivência pacífica da sociedade.
Não vejo muito sentido criticar algo que eu não goste. Critico sim, em tom de gozação, e geralmente endereçado a algum amigo ou conhecido com quem tenho liberdade. Mas não me lembro de ter ofendido alguém publicamente, propositadamente. Se o fiz, sinceramente não foi intencionalmente (e fique a vontade, você, possível ofendido, a se manifestar nos comentários que serão publicados integralmente, desde que não ofendam ninguém, muito menos a mim).
Aprendi nesses meus arrastados trinta e quatro anos de vida a relevar muita coisa. A evitar discussões ou aborrecimentos desnecessários. Acho que isso é a tal tolerância que desenvolvemos conforme vamos avançando as primaveras... E o lado bom de perceber isso, é a tranquilidade com que passamos a viver em nosso cotidiano. É imensamente mais gratificante evitar uma discussão desnecessária do que causar uma apenas para medir poder de argumentação. Nenhum dos dois (ou mais) lados ganha com isso.
Agora, o que me irrita mais do que qualquer um dos tópicos que já declarei não gostar, é o "caboco" que quer que sua opinião ou seu gosto seja a verdade absoluta! Isso pra mim é a ignorância plena. Muito mais do que qualquer um que seja adepto a alguns dos itens lá do primeiro parágrafo... E venho descobrindo um monte desses com essa excessiva liberdade de expressão que as redes sociais nos trouxeram.
Portanto, você leitor que sentiu a vontade de contra argumentar algum dos meus "não gostos", não perca tempo e nem desperdice o meu. Curta seu gosto ou preferência (duvidosos ou não) e seja feliz! Do mesmo jeito que sua opinião não me importa, faça com que a minha também não te atrapalhe! Mas na sua, pois, como já disse, raramente entendo que uma indireta "internética" é endereçada a mim!

P.S.: não mencionei que não gosto nem de estagiário e nem de curintiano porque não consegui categorizar como nenhum tipo de porcaria esses dois males da humanidade...