quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Suspenso, sim. Orgulhoso, não. Bem humorado, sempre!

Para esta postagem eu fiquei em dúvida se colocaria aqui ou no Na Rota do XaXim. Mesmo tendo a ver com minha suspensão de CNH (sim, perdi o direito de dirigir por atingir o limite de vinte pontos por infrações), achei que o teor da "conversa" seria pra cá, e não para o Na Rota (...).
Eu fico feliz que minhas postagens são lidas por muitas pessoas! Isso pra quem gosta de escrever é muito bom, assim para quem gosta de se apresentar, etc. E o objetivo também dessas postagens é, na sua grande maioria, divertir a quem está lendo, informar a quem está lendo, proporcionar algum conhecimento a quem está lendo e, em muitos casos, provocar um debate sobre o que está escrito nos textos, já que gosto muito de expressar minhas opiniões por lá (sem ofensas a ninguém, claro).
O meu último texto no Na Rota do XaXim (Araxá, MG - Paganto penitência) causou muitas risadas. Mas também causou algum espanto em algumas pessoas que leram. Uma dessas pessoas, um amigo, veio me alertar sobre essa segunda percepção que ele também teve, sobre eu parecer estar "satisfeito" por ter minha CNH suspensa. E agora uso esta postagem para esclarecimentos!
Gente, é óbvio que não estou contente com a suspensão de minha CNH! Adoro dirigir, sempre gostei, desde quando não tinha idade para tal. Portanto pra mim, ficar sem dirigir realmente é uma penalização dura! Também não recomendo que as infrações por mim cometidas sejam repetidas. Por sorte, nenhuma delas causou mal a ninguém, a não ser ao meu bolso (sim! Apesar de quatro das cinco multas levadas serem quando estava a trabalho, paguei todas do meu bolso. Nada mais justo, já que a empresa nunca me cobrou para que eu viajasse acima do limite máximo de velocidade permitido).
Além de gostar de dirigir, parte do meu trabalho depende desse direito. Assim como o gosto pela direção, quem me conhece sabe o gosto que tenho pelo meu trabalho e pelo meu emprego (além da óbvia necessidade financeira)! Portanto, jamais faria algo de propósito que pudesse prejudicar meu lado profissional.
Por outro lado, assim como tudo nesse país, poderia ter sim renovado minha CNH de forma ilícita, como várias pessoas já fizeram, sem cumprir a suspensão prevista em lei (e nem teria escrito tal texto). Poderia, mas não dormiria. Nunca subornei policial, nunca troquei favores e nunca, propositada e premeditadamente, infringi alguma lei. Todas as multas que tomei foram por relapsos, falta de atenção. Quem já andou comigo de carro sabe o quão bom e prudente motorista eu sou.
Assumir os erros também é uma coisa que sempre considerei como prova de bom caráter. Portanto, cumprirei sim a suspensão, realizando a reciclagem (e percebi que tem muita coisa que no dia a dia a gente esquece mesmo) e recuperando a CNH de forma justa, cara e honesta. Como consolo, relato a vocês através de textos bem humorados esse meu martírio!

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P.S.: assim como esse amigo que me alertou, caros leitores, quando se sentirem ofendidos ou então quando um texto for mal interpretado, chamem a atenção deste que vos escreve! A interação de vocês me anima a escrever!

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

A dor de uma separação, outra vez.

Nem faz tanto tempo assim que ficamos juntos pela primeira vez, mas, a rotina diária tornaram nosso relacionamento muito íntimo, a ponto de parecer uma eternidade o tempo em que convivemos. 
Relacionamentos assim parecem que nunca vão acabar. Dormir logo após você desgrudar de minha boca e acordar com a ação inversa se torna um hábito que nem todos tem a felicidade de ter, seja por desleixo, seja por opção. Para mim, não é a primeira vez (e acredito não ser a última) que escolho ter algo assim comigo, tão presente em minha vida.
Não é muito fácil entender como um relacionamento que só faz bem pra gente tenha que terminar. Não dá pra entender ou aceitar a teoria "piriguetana" de que "a fila anda". E nesse caso, apesar de não parecer, andou muito rápido, nos dando a impressão que foi ontem que nos encontramos, ao acaso, numa simples escolha que fiz por você, no meio de tantas outras, algumas até mais bonitas, confesso, mas quase sempre faltando aquele "algo" mais que se enquadrasse dentro do que eu procurava.
Você não foi a primeira. Minha primeira foi quando eu era bem mais novo e não entendia direito essa necessidade de ter alguém como você tão presente em minha vida. Sei que você também não foi e não será a última. Sei que vai ter próxima. Ainda sou novo e tenho necessidade de uma "próxima". Apesar de nossa intensidade, tenho certeza que, com a experiência que adquiri com nossa relação, minha escolha para sua "substituta" vai ser mais fácil e objetiva. Mas é sempre um recomeço e todo recomeço é tudo mais duro. Não no sentido pejorativo da palavra, mas demora um tempo para que tudo se encaixe, para que a rotina se restabeleça, como era conosco durante nosso tempo juntos.
Te peço que não se considere friamente descartada. A vida é feita de fases e, como tudo que vive de fase, a nossa acabou. Contra nossa vontade, teve a necessidade de acabar. Mesmo assim, tenho certeza de que você só fez bem a mim, mas em várias fases de nossa vida, temos a necessidade de coisas novas, benefícios novos.
Sem me alongar muito, uso este texto pra me despedir de você, minha querida e velha escova de dentes!