quinta-feira, 25 de setembro de 2014

E se não fosse a melancia?!

Era pra ter sido postada na quinta, dia vinte e cinco de setembro, conforme já tinha agendado nesse meu blog, mas falhou! Antes tarde do que nunca, ei-la! 
Se a homenageada da última postagem já merece os parabéns por ter me aturado por quase dez anos, o que falar de quem me atura a trinta e quatro anos, quase trinta e cinco e nove meses (alguns dizem que foram seis...)? Mas, pensando bem, é bem mais fácil, chatice é hereditário!
Não vou contar por quantos anos ela merece os parabéns porque é crime... Mas não são poucos! Já é vó de uma e quase do segundo neto (ou neta)! Porém, é pouco "rodada" já que não dorme, hiberna. A Bela adormecida é ficha perto do Cidão e seus edredons!
Tá certo que também não merece os parabéns por muitas coisas. Dirigir é uma delas. Nunca foi o forte. Funileiros lamentam até hoje a aposentadoria da CNH, daquelas sem foto ainda!
O arroz também não é motivo de orgulho. Aliás, nos vinte e dois anos em que vivi almoçando diariamente na casa do Cidão, nunca consegui distinguir quando era arroz, quando era canja. Mas era saboroso, unido, mas saboroso!
Porém, mãe é mãe, né? A gente não escolhe! E pensando bem, antes assim... A maioria de nós não teria capacidade pra acertar tanto!
Cidão, um beijo e um abraço do XaX, seu filho preferido, pelos "piiiiiiiiiiiiiii" anos de aniversário!

P.S.: Chupa os outros quatro irmãos que não tem blog pra contestar a preferência!

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

É pica, é pica!!!

Não é fácil viver comigo... Eu não me namoraria, quanto mais casar! Não sou pra casar, admito, apesar de já estar no segundo enlace!
O que mais assusta é que, sendo insuportável como me acho, tenho só, apenas, míseros trinta e quatro anos de vida! Ou seja, não comecei com as chatices que o avanço da idade traz junto consigo! Imaginem o XaX com seus setenta anos! Certeza que viverei sem banho, com pêlos nas orelhas e nariz e com a fralda geriátrica toda cagada, pois ninguém vai me aturar, quanto mais me limpar!
Já mencionei em alguma postagem (não me perguntem qual, leiam todas e achem!) que, mais cedo ou mais tarde, todos nós seremos chatos pra alguém. Eu acho que exagero na dose as vezes... Chato em tudo quanto é coisa. Seja com manias, seja com implicâncias ou seja atoa, apenas pra ser chato!
Dito tudo isso, hoje, mais que merecidamente, minha Pretinha merece os parabéns! Merece os parabéns pelos seus trinta e um anos de vida completados hoje (tá quase compensando trocar por duas de dezoito...) e também merece os parabéns pelos quase dez anos que atura toda essa chatice descrita acima!
Michelle, minha Pretinha cor de gesso, parabéns do seu chato que te ama muito pelos seu aniversário!

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A fila anda! Ou não...


Eu sempre esqueço. Todo dia de pagamento lá vou eu ao banco, fazer alguma coisa. Chegando lá, fila!
Brasileiro ama fila. E brasileiro de cidade do interior, ama mais ainda! Parece que o cidadão gosta de ficar na fila. E quando chega a sua vez, parece que ele gosta de perpetuar a fila! Nos caixas eletrônicos, criados para , ironicamente, reduzir as filas nos bancos, não é diferente!
Não sei se já notaram, mas esses perpetuadores de filas de caixas eletrônicos tem hora que parecem não só efetuar as tarefas do caixa eletrônico. Você percebe que eles já acabaram, ou não tem mais o que fazer no caixa e não saem! Ficam ali, olhando fixamente para a tela, como se tivessem fazendo alguma coisa muito importante. Fico imaginando o quê? Tenho algumas hipóteses...
Esperando a compaixão do caixa eletrônico. Só pode! A maioria das pessoas que imprimem um extrato, olham pra ele fixamente, depois olham para a tela com ar de piedade, implorando para que o caixa eletrônico, com todos os seus circuitos, esteja sensibilizado e solte, sem querer, aquela "oncinha", de pena!
Treinando cálculos de cabeça. Na frente do caixa eletrônico poderemos achar o novo Einstein! O tanto de gente que faz as contas de cabeça em frente ao caixa eletrônico, também com o maldito extrato em mãos, não está escrito! Tem uns que calculam tanto juro composto dos seus créditos consignados que dá inveja a qualquer HP 12 C!
Por fim, esperando um selfie na câmera do caixa eletrônico! Algumas faltam só fazer a pose! Ficam ali, estáticas como se estivessem esperando o flash ser disparado da pequena câmera de segurança que há em cada caixa eletrônico!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Para o fundo, e avante!

O que mais a gente escuta hoje em dia, principalmente no meio profissional, é que a escassez de mão de obra, seja ela qualificada ou não, é cada vez mais abrangente. Ultimamente, parece que fazer algo bem feito, de forma a superar expectativas, se tornou um pecado, uma doença venérea.
A impressão que tenho é de que ninguém mais quer surpreender positivamente. Ninguém quer se destacar, positivamente. Male male, vemos o pessoal fazer o que dá, como dá e quando dá. Não há a ambição de ser o melhor naquilo que faz.
No quesito desculpas, aí sim vemos vários destaques. Seja no teor delas ou seja na rapidez com que elas surgem. Sempre há, na ponta da língua, um motivo para que algo tenha sido feito, como dizemos, "nas coxas" e não da melhor maneira possível.
Noto hoje em dia, um esforço muito grande que a maioria das pessoas tem em tentar fazer o outro desanimar também. Não temos mais aqueles companheiros tentando aumentar o ritmo das remadas. Aumentar a intensidade das remadas e, porque não, ajudar nas remadas. Temos hoje, várias âncoras, isso sim. O "assim tá bom demais" tornou-se o lema do dia. O "se ou outro não faz, porque eu tenho que fazer?" se tornou o mantra que serve de consolo para o mal feito.
Todos já partem do princípio que se ele não fizer, não há com que se preocupar, pois outro o fará. E não importa se fará bem ou mal feito. O importante é que ele não se desgastou com tal tarefa e, principalmente, não será julgado por tal tarefa. O que ele esquece também é que ele não receberá os louros por uma tarefa bem feita. Mas, o que importa ser reconhecido por algo bom no meio de tanta incompetência?