Meus súditos, estou vivo! Após quatro longos e cansativos dias, estou de volta, diretamente de Goiânia, para postar pra vocês!A estafante rotina profissional está me privando de proporcionar a vocês o imenso prazer que é ler diariamente minhas postagens inéditas! E esta bendita rotina também está me deixando sem inspiração para temas. Por isso, procuro buscar inspiração no cotidiano, no dia a dia comum de qualquer cidadão.
Nessa bateria de viagens, onde passamos alguns dias longe de casa e de nossa patroa, velhos hábitos da adolescência vêm a tona. Sem o artifício da mulher ao nosso lado, temos que nos virar, não no verdadeiro sentido da palavra, para aliviar as tensões de nossos 'excitantes' dias de trabalho! Em meio a estas situações, um amigo meu (essa desculpa sempre cola) me contou que relembra velhos truques praticados na época em que enfrentamos um turbilhão de manifestações de nossos hormônios que é a puberdade!
Essa 'válvula de escape' é conhecida por vários nomes. O mais feio e indelicado deles é, coincidentemente, o nome científico: a masturbação! No meio popular ela é chamda de vários nomes mais carinhosos: punhetinha, cinco contra um, bronha, dunha, enfim, assim como as táticas, há vários nomes!
Uma das mais conhecidas e utilizadas de todas as práticas, é a "Mão estranha". A "Estranha", como carinhosamente é chamada pelos praticantes, consiste em sentar sobre a mão esquerda por alguns instantes até que ela fique dormente e formigante ao ponto de não sentirmos mais sua 'presença'. Feito isso, o resto é mera repetição de movimentos!
A "Estranha", acredito eu, é a tática mais usada, mas não é a única, tampouco a mais exótica delas. Certa vez este mesmo amigo meu, aprendeu uma tática um tanto quanto incomum bem como nada econômica! Consistia em forrar o miolo do rolinho do papel higiênico (isso mesmo, aquele 'canudo' de papelão onde vem enrolado o papel higiênico) com o próprio papel, não usado, de preferência, e depois umidecê-lo com água morna para criar o ambiente desejado! Umidecido, o papel era cuidadosamente moldado às paredes internas do rolinho, reproduzindo assim o objeto feminino de desejo, ausente. Feito isso, como diria uma personagem de um humorístico global, "prefiro não comentar!".
Estranhas ou não, engraçadas ou não, essas e outras táticas, conforme experiência deste amigo meu, comprovam que além de ser de extrema e relaxante eficácia, conservam o bom andamento da relação conjugal o que, consequentemente, torna a prática das técnicas de auto-relaxamento, ou self service como eles dizem lá, cada vez menos frequentes!
Nessa bateria de viagens, onde passamos alguns dias longe de casa e de nossa patroa, velhos hábitos da adolescência vêm a tona. Sem o artifício da mulher ao nosso lado, temos que nos virar, não no verdadeiro sentido da palavra, para aliviar as tensões de nossos 'excitantes' dias de trabalho! Em meio a estas situações, um amigo meu (essa desculpa sempre cola) me contou que relembra velhos truques praticados na época em que enfrentamos um turbilhão de manifestações de nossos hormônios que é a puberdade!
Essa 'válvula de escape' é conhecida por vários nomes. O mais feio e indelicado deles é, coincidentemente, o nome científico: a masturbação! No meio popular ela é chamda de vários nomes mais carinhosos: punhetinha, cinco contra um, bronha, dunha, enfim, assim como as táticas, há vários nomes!
Uma das mais conhecidas e utilizadas de todas as práticas, é a "Mão estranha". A "Estranha", como carinhosamente é chamada pelos praticantes, consiste em sentar sobre a mão esquerda por alguns instantes até que ela fique dormente e formigante ao ponto de não sentirmos mais sua 'presença'. Feito isso, o resto é mera repetição de movimentos!
A "Estranha", acredito eu, é a tática mais usada, mas não é a única, tampouco a mais exótica delas. Certa vez este mesmo amigo meu, aprendeu uma tática um tanto quanto incomum bem como nada econômica! Consistia em forrar o miolo do rolinho do papel higiênico (isso mesmo, aquele 'canudo' de papelão onde vem enrolado o papel higiênico) com o próprio papel, não usado, de preferência, e depois umidecê-lo com água morna para criar o ambiente desejado! Umidecido, o papel era cuidadosamente moldado às paredes internas do rolinho, reproduzindo assim o objeto feminino de desejo, ausente. Feito isso, como diria uma personagem de um humorístico global, "prefiro não comentar!".
Estranhas ou não, engraçadas ou não, essas e outras táticas, conforme experiência deste amigo meu, comprovam que além de ser de extrema e relaxante eficácia, conservam o bom andamento da relação conjugal o que, consequentemente, torna a prática das técnicas de auto-relaxamento, ou self service como eles dizem lá, cada vez menos frequentes!


















