quinta-feira, 2 de julho de 2015

A febre do arco íris!

Se eu informar que este texto estava pronto a uma semana, logo que "The United States of America" aprovaram o casamento gay, parecia que eu estava adivinhando o que estaria por vir... Confiram no final do texto!
Agora virou moda apoiar as causas que não são convencionais! É diferente do trivial, lá vem a galera "descolada" apoiando de forma pública e irritante!
Nesta semana que passou o Barack aprovou o casamento homossexual em todo o território dos Estados Unidos! Uau! O que isso muda na minha vida? Na sua? Na de todo mundo que coloriu seus avatares nas redes sociais? A não ser que você comercialize algo nos Estados Unidos, nada!
A única vantagem prática que eu vejo nesse tipo de legalização, é essa, aumento do consumo, pois agora terão mais festas, celebrações, novos lares... Apesar que este último, nada impede que seja formado, independente do casamento ser liberado.
Usem todos os argumentos possíveis, mas não o de que o "amor venceu". Bolshit, como dizem os - agora liberais - norte americanos! Vivo a dez anos com minha esposa, e sequer temos alguma certidão de casamento. O amor não precisa de documento! Com ou sem papel, me considero casado, me comporto como casado, cumpro minhas obrigações de casado para com minha parceira. Não é um papel que me dirá o que e como fazer, mas sim meu sentimento, que é muito mais sincero.
"Ah, mas casando, o parceiro(a) tem todos os direitos garantidos"! Que direitos, meu caro bolchevique? Meu seguro de vida está em nome da minha "esposa". Nossas rendas são conjuntas, bem como nossas contas! Meus bens, que não são tantos, estarão em um testamento, em nome dela e de minha filha. Qual a finalidade de um contrato assegurando tudo isso que já temos?
Portanto, para mim, essa decisão americana não tem nada de bonito, de solidário com a "causa" (???) a não ser o aspecto, egoísta, de incentivar ainda mais o consumo desses novos lares!
"Me convençam do contrário", era a última frase do texto! Tive que muda-la! Nessa semana, depois deste texto já finalizado (e sem essa parte final), li a seguinte informação de que, através do registro da mudança das fotos para os arco íris, o Facebook tinha agora um belo número de usuários que apoiam este tipo de causa (confiram aqui)! O Zuck vai fazer campanha em prol dessas pessoas? Não, meus caros! Ele vai fazer o que todos que apoiaram a aprovação desta lei nos Estados Unidos farão: vai faturar! Vai comercializar anúncios direcionados para estes usuários! Olha que causa nobre!

P.S.: E antes que me taxem de homofóbico, leiam todo o texto novamente e achem algum traço de homofobia no texto. Não vou usar o clichê de que "tenho e gosto dos meus amigos gays" porque quem me conhece (inclusive meus amigos gays) sabem que não são suas escolhas ou preferências, que critico.

domingo, 10 de maio de 2015

Mãe, obrigado por ter me tido!

Pronto! Já que já desejei um Feliz dia das Mães ao vivo e já filei uma bóia na casa da minha progenitora, posso agora partir para o campo virtual! E é claro que a postagem de hoje não poderia ser sobre outro assunto! A postagem de hoje vai dedicada a todas as mães, em especial à minha e à patroa, mãe da minha princesa Duda!
Fica aqui registrado, além das felicitações, o meu agradecimento como filho. Agradecimento por ter aprendido várias coisas que formaram meu caráter de hoje e que só poderia ter aprendido com o exemplo e as lições que a mãe da gente dá, ao longo da nossa criação.
Por exemplo, aprendi que não devemos roubar, jamais. A única vez que meu irmão e eu fizemos algo parecido, furtamos um saco de amendoim de chocolate da vendinha perto de casa, o Cidão nos levou, pendurados pelas orelhas, pra devolver e pedir desculpas ao dono da vendinha, aos prantos e morrendo de vergonha. Quem iria querer passar por isso de novo na vida? Não roubar: check!
De uma forma bem delicada também, e com o auxílio de uma "cinta" de uns doze centímetros de largura, couro vinho (brega pra caralho) e com uns ilhoses dourados e uma fivela á lá "Barretão", aprendi que devemos sim assistir a todas as aulas, independente do nosso querer! Tá certo que nessa lição, ao vivo e em público, tive a companhia de um amigo de infância, o Leandro (naquela época as mães tinham uma espécie de convênio onde uma podia castigar o filho da outra), tomando também alguns carinhosos safanões e escutando o sermão, em alto e bom som de que não iríamos mais "enforcar aulas"! A surra dentro da escola, em horário de saída, não nos deixaria esquecer o recado... Não matar aula: check!
Enfim, poderia listar mais uma infinidade desses ensinamentos como os descritos acima. Afinal de contas, são quase trinta e seis anos de aprendizado! Mas os dois já deram pra exemplificar que sou o que sou hoje muito por conta dela, da "véia Godonzola", como diz a Duda! Então, fica aqui o meu Feliz dia das Mães, junto com um obrigado por ter me tido, mãe!

domingo, 26 de abril de 2015

Cada época tem a Dilma que merece!

Tá bom. Não vai rolar o tal do impeachment (e sim, olhei no Google pra ter certeza se escrevi certo!). Vamos ter que aturar a dona Dilma à frente do governo federal por mais quatro longos anos. E mesmo os seus eleitores que já não estão tão satisfeitos assim como na época da campanha eleitoral, tem que admitir que a senhora não está fazendo por merecer a confiança dos mais de cinquenta por cento de eleitores que nela votaram. Pois bem, estamos em dois mil e quinze... Já imaginaram se a Senhora Dilma fosse a mulher de frente em outras épocas de nossa história? Eu já!
Lá em sua terra natal, por exemplo, em meados de mil oitocentos e trinta e cinco, Dilma teria encabeçado a Revolução Farroupilha, não para a proteção do charque, mas sim para a monopolização desta mercadoria rio grandense, afim de exporta-la para os países sul americanos a um preço de banana, e comercializa-la internamente a preço de ouro, superfaturando aos garimpeiros das Minas Gerais, aos produtores de açúcar baianos e aos recém formados cafeicultores paulistas! Com o lucro do superfaturamento, ela teria não brigado pela separação da antiga província de São Pedro do Rio Grande, mas sim, comprado as terras, também superfaturadas, e criado o Rio Grande do Sul Vermelho!
Caso não tenha dado certo sua investida em terras natais, Dilma teria partido então para o ramo do garimpo, nas extensas Minas Gerais! Lá, para dar aos mineiros um motivo para sonhar, se lançaria candidata à Capitã Hereditária, tendo como bandeira de eleição, a criação do Mar de Minas, nas extensas áreas devastadas pelos garimpos! Para as obras, teria importado escravos, movidos pelo programa Minha Mina Minha Vida e pelo Bolsa Picareta & Pá!
Na história mais recente, já como Presidenta, Dilma não teria construído Brasília, a atual capital nacional no meio do País, em pleno sertão goiano! Dilma teria sim, às custas do BNDES, financiado a construção de Brasília em Cuba, de onde governaria a distância! Se bem que essa idéia não seria das piores...

quinta-feira, 5 de março de 2015

Hipocrisia ou um egoísmo exagerado?

Nada convence mais a mudança de opinião do que o próprio "eu". Toda convicção por algo muda se esse algo não atender aos anseios da pessoa. Soma-se a isso uma necessidade grandiosa de querer, no mais claro português, aparecer, e temos uma legião de hipócritas que mudam de opinião a todo momento, toda vez que a moda muda! Claro, essa é minha opinião sobre o que vejo no dia a dia e é óbvio que não se aplica a todo mundo que eu conheço.
Já dizia um ditado, de origem desconhecida (pelo menos para mim): "o ateu só é ateu até o avião começar a cair!". Para se salvar, o ateu chama Deus e todos os santos, se necessário for! A necessidade de ser diferente, do contra, as vezes confunde as pessoas. Você não precisa estar totalmente fora do contexto para que as pessoas te achem uma pessoa de personalidade forte. Personalidade não tem nada a ver com gosto. Dá pra gostar do Big Brother Brasil sem ser um "maria vai com as outras" acéfalo.
Agora, se você critica algo ou não gosta de algo, não deve praticar alguma ação relacionada a essa coisa que você não gosta. Querem um exemplo claro? Aí vai: novamente por causa das redes sociais, me canso de ver os jovens que se dizem revolucionários, socialistas, criticando esse terrível mal do mundo que é o capitalismo! What?! Então me expliquem, pequenos "Ches", porquê estão criticando o capitalismo através do Facebook, uma das empresas-marca mais valiosas do mundo, através de seus Iphones, talvez o maior ícone do status de consumo gerado pelo capitalismo e comprados em dez vezes sem juros no cartão de crédito, modalidade econômica essa criada por essa "praga" da humanidade que é o capitalismo?! Quer ser socialista? Mude para um país que pratique o tal!
Ser diferente, do contra, para algumas pessoas, é bonito, é legal. Não é proibido ser do contra. Mas então pratique a sua convicção. Não gosta do capitalismo? Ok! Você tem todo o direito. Mas não venha curtir as regalias que a modalidade econômica dos ricos e opressores oferecem a todos que trabalham para ganhar dinheiro! E não me venham encher o saco com seus discursos comunistas! Vão, literalmente, plantar batata pra sobreviver e distribuir!

domingo, 1 de março de 2015

A simpatia deve ser inimiga da experiência...

Respeitar os mais velhos. Isso a gente sempre aprende quando criança. Dar preferência na passagem por uma porta, preferência em um assento, etc. Isso tudo a boa educação, seguida de um respeito natural por quem já vivenciou e tem muito mais experiência do que você, te ensina a fazer ao longo da vida. Ok. Aprendi isso e realmente pratico no meu dia a dia (não só com os mais velhos, por sinal). Agora, cabia um pouco dessa simpatia pelo lado dos velhinhos também, né?
Poucas coisas no mundo me frustram e uma delas é a ingratidão. Tá certo, muita gente que está lendo esse texto deve estar pensando: "que 'mi mi mi' é esse do XaX?". Não é 'mi mi mi'. Só não entendo porque as pessoas não são simpáticas umas com as outras. Não é tão difícil.
Não custa responder um gesto de respeito, como por exemplo deixar a senhora passar pela porta do mercado primeiro. Um simples "obrigado" não ia atacar sua labirintite. Tá bom, não quer dizer nada, um pequeno sorriso já exprime a gratidão, ou pelo menos o reconhecimento de que foi respeitada por tudo que já passou.
Responder um "bom dia" quando cruzamos com alguém na calçada não irá descolar a dentadura. Ninguém tem muita paciência com os mais velhos, quando passam a depender mais dos outros. Portanto, caros vovôs mal humorados, tentem ser mais simpáticos. O resto da vida fica bem mais fácil, isso eu garanto.
Acredito que a maioria das pessoas que já atingiram a velhice já viram muitas coisas na vida. Já deviam saber que a simpatia e o bom humor rendem muitos melhores momentos do que a "ranzidão" (será que existe essa palavra?).
Sei que não sou o mais legal. Tenho minhas manias e nem sou tão velho assim (3.6 no novembro deste ano). Mas antipático eu tenho certeza que não sou. Com os que não gosto, não conta, também não sou falso. Mas espero não ficar com esse rancor que vejo na maioria dos anciãos, pelo menos nos do meu bairro, que custam responder um bom dia!

domingo, 18 de janeiro de 2015

Pena de morte: justiça ou troca de condenados?

Eu não sou a favor da pena de morte. Acho que a pena de morte, por mais hediondo que o crime seja, é uma forma "fácil" para o condenado pagar pelo mal que causou às vítimas e à sociedade. Talvez a pena de morte, derivada da justiça com as próprias mãos, seja a que eu até entenda e não recrimine. Mas realmente executar um preso, pra mim, é muito pouco como forma de pagamento de sua dívida com sua sociedade.
O tema vira e mexe está nas rodas de conversas, mas nessa última semana se tornou mais frequente devido à execução iminente (foi executado em 17/01/15) do brasileiro preso na Indonésia pelo crime de tráfico de drogas. Crime este, passível à condenação de pena de morte, pelas leis daquele país. E foi o que, coerentemente, aconteceu.
Neste caso em específico, como em qualquer condenação a algum traficante, a pena de morte é muito pouco, se comparado ao tanto de vidas que ele, direta ou indiretamente, ajudou a ceifar. Uma pena perpétua de aprisionamento seria, no mínimo, o mais justo. Acho que o sofrimento seria mais duradouro, bem como o que ele ajudou a causar aos familiares e amigos de quem a sua droga ajudou a matar.
No caso de qualquer pena de morte, seja essa do traficante, seja de outro crime, o verdadeiro sofrimento e pena a ser paga perante à sociedade, acaba sendo transferida aos mais próximos do condenado, aos que permanecerão vivos. Estes arcarão com as consequências dos crimes os quais o condenado-executado praticou. Pra mim, não há justiça nisso e ainda acaba aumentando o número de pessoas que sofrerão pelo resto de suas vidas, por conta dos atos do criminosos, já "descansando em paz".
Mas, ainda sim, apesar de não ser favorável à pena de morte, quando um criminoso como este foi executado, no fundo no fundo, todos nós, pessoas de bem, sentimos um certo alívio de dever cumprido, seja por nós, ou por governos sérios que não aceitam serem desrespeitados, como o da Indonésia.
Não sou favorável à pena de morte, porém, igualmente à minha desaprovação a esta forma de se tentar fazer justiça, não tenho pena do criminoso condenado e executado.

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

2015 mimimis!

E lá se foi a primeira semana do 2015. Mas as promessas ainda continuam. Pelo menos nas páginas das
redes sociais. Eu fico um pouco incomodado. Não pelas promessas. Cada um tem o direito de tentar traçar seus objetivos, em qualquer que seja a época de suas vidas. Mas o que me incomoda são os clichês. Aliás, qualquer clichê me incomoda quando se tentam encaixar em suas "histórias de vida".
As promessas para perder peso talvez sejam as únicas que escapam de me causar algum incômodo que me causam... Talvez porque sejam as poucas que tem um pouco de sinceridade.
"Deixar de ser trouxa". Me digam qual é o fundamento de uma promessa dessa? Quem em sã consciência é trouxa por opção? Só de a pessoa fazer uma promessa dessas, já está assumindo a "trouxidão" eterna. Não é porque colocou uma foto bonita com essa frase no Facebook que pronto, como em um passe de mágica, deixou de ser trouxa!
"Gostar mais de mim". Tornou-se o lema das mal amadas! Eu acho engraçado. Geralmente a desilusão é por causa de um (ou uma) figura que todo mundo sabe que não presta ou que não tem futuro, mas mesmo assim a pessoa insiste. Adianta ficar lamentando publicamente em time line depois? Acho que não...
"Parar de pensar nos outros e pensar mais em mim". Essa é a clássica! É o atestado de carência! Nunca esperei muita coisa dos outros. No final, sempre é "cada um por si". Por causa dessa minha experiência de vida, essa promessa pra mim é a que mais denuncia sinal de fraqueza. Pensar mais em mim do que nos outros já está implícito no ser humano, já é da natureza. Prometer uma coisa que já está em nós é totalmente dispensável. A não ser quando você quer chamar atenção...
Pra finalizar o primeiro texto de 2015, prometo que vou ignorar essas promessas, ou melhor, pedidos carentes por atenção desnecessária!