domingo, 29 de agosto de 2010

Não existe nada melhor do que...

Buenas! Nesse domingão quente e seco de fim de inverno, estamos aí, pra mais uma postagem!
Já perceberam como somos indecisos sobre o que mais gostamos? Em épocas diferentes da nossa vida, sempre temos uma coisa preferida. Sempre temos uma coisa que é "a melhor coisa que existe". Não entenderam ainda? Vejam as situações abaixo e entenderão!
Estamos em final de época de férias escolares. Muita gente aproveitou a folga dos fedelhos para viajar, curtir umas férias em família em alguma cidade que não a sua própria. No primeiro dia de viagem, ao chegar no destino, uma praia por exemplo, todo mundo fala que praia é a melhor coisa que existe! Pois bem, uma semana, dez dias depois, voltando pra casa, ao avistar as luzes da cidade natal, todo mundo fala que voltar pra casa é a melhor coisa que existe! Vai entender...
Sabadão, galera do trabalho reunida pra mais uma "pelada" no campo da empresa. Depois daquele alongamento meia boca, um colega comenta com o outro enquanto batem uma bolinha pra aquecer que esse tipo de atividade é a melhor coisa que eles podem fazer num sabadão de sol. Trinta minutos depois, quase botando os bofes pra fora e com meio metro de língua pra fora da boca, já sentados no bar do clube da empresa, ao darem o primeiro gole naquela cerveja gelada, o cidadão me solta que não tem nada melhor do que uma cerveja num sábado ensolarado!
E as mães. Essas são as mais difíceis de entender. Quando os filhos são pequenininhos, fofinhos, todas elas dizem que são as melhores coisas que aconteceram em suas vidas. Quando maiores, adolescentes, por exemplo, quando vão para casa das avós ou então para aquela colônia de férias, no happy hour com as amigas, já soltam a célebre frase que não tem nada melhor do que ficar sozinha de vez em quando!
Agora, a máxima! Dia desses, numa parada na estrada pra dar aquela aliviada e a famosa tirada de água do joelho, no mictório ao lado um simpático motorista enquanto se aliviava soltou a frase: "nossa, não tem nada melhor do que mijar!". Essa eu não pude deixar passar! Ou eu não sei mijar, ou o simpático motorista não sabe meter!

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Hipocrisia zero.

Nem todo mundo sabe quanto custa ganhar um salário. Seja ele mínimo ou com mais "zeros" depois da vírgula. O fato é que seja a quantia que for, não é fácil ganhar trabalhando e tem gente que leva isso ao pé da letra!
Esmola é uma coisa que eu não dou de jeito nenhum! Seja para o aleijado na porta do banco, seja para o "maconheirinho" que bate na porta da minha casa em pleno domingo de manhã. O pior é que a cada dia que passa, mais pessoas preferem pedir (ou roubar em alguns casos) do que trabalhar para ganhar algo em troca.
Por várias vezes, quando incomodado por esses pedintes em minha casa, propus a eles que limpassem um pequeno jardim que tenho na fachada da casa onde sempre acumulam pequenos matos e sujeira da rua. Em troca dessa pequena faxina, dez, quinze reais. Pasmem: nenhum dos pedintes a quem eu propus essa troca aceitou o "desafio"!
Outra cena clássica é o marmanjo, em plena forma e pronto pra uma "enxada", te pedir uns trocados para comprar um marmitex. Mesmo sabendo que o dinheiro pedido não é para esse fim, sempre insisto para que o pedinte me acompanhe até o restaurante que lá eu pago o marmitex e ele pode levar para comer em outro lugar. Outro desapontamento. Nenhum dos "pobres coitados" que já ofereci essa ajuda quiseram a comida. Preferiam o dinheiro.
Há quem tenha dó desses pobres coitados. 'Que mal tem dar dois reais para o moleque? Não vai te fazer falta!' Realmente, não vai. Dois reais de um, mais dois reais de outro... Em meia hora o rapaz tem dez, quinze reais no bolso que vai ser trocado por duas, três pedras de crack. Sob o efeito dessas mesmas pedras, compradas com os dois reais que não te farão falta, roubos, violência, atitudes irresponsáveis, criticadas e abominadas por qualquer cidadão de bem, acontecem com uma frequência cada dia mais assustadora.
Não culpo a sociedade como fazem os mais hipócritas. Cada pessoa pode escolher entre dois caminhos, o do bem, mais difícil e trabalhoso, ou o do mal, mais fácil, porém, mais curto, vitaliciamente falando. A desculpa de que o sistema é quem obrigou ao viciado entrar para o mundo do crime e do "dinheiro fácil" não me engana. Todos nós, em algum momento da vida podemos escolher quais serão nossas atitudes. Esse poder de escolha tem um nome: caráter.
O ser humano é egoísta por natureza. Quando o viciado usa o dinheiro da esmola, ou o dinheiro que conseguiu roubar para comprar drogas, ele pensa somente em sua própria satisfação. A sensação de prazer provocada pela droga é desfrutada apenas pelo usuário, não gerando o bem a mais ninguém. Sabendo disso, porque eu tenho que ajudar uma pessoa dessas? Porque somente eu sou considerado egoísta?
Hoje, sendo pai, posso ter que amargar as palavras desse texto daqui a alguns anos presenciando atitudes que minha filha pode tomar, fruto do seu poder de escolha. Poderei mudar meu conceito? Claro. Só vivendo determinadas situações para que realmente possamos entende-las, da melhor maneira que nos convém e que agradem ao nosso egoísmo. Mas de uma coisa eu tenho certeza; esse mau exemplo, esse incentivo "liberal", essa aceitação moderna, minha filha não terá de mim.

domingo, 22 de agosto de 2010

Qual o segredo do sucesso?

Digamos que tirei uma semana de férias do Blog do XaXim... Tá bom, essa desculpa não cola né? Mas, fazer o quê? Minha profissão remunerada me toma muito tempo as vezes, fora do horário comercial também!
E por falar em profissão, mais uma vez me peguei pensando sobre a minha. Comecei a ler um livro muito legal sobre cases de empresas e/ou empresários que passaram por crises financeiras ou posicionamento de mercado e depois deram a volta por cima, se tornando em grandes corporações e empresários de sucesso.
O livro em questão leva o título de "Oportunidades disfarçadas" (editora Sextante, do autor Carlos Domingos). No livro, o autor conta cases de empresas como Mc Donalds, Apple, 3M, Toyota, dentre outras corporações, inclusive sobre algumas nacionais também, como é o caso de Magazine Luiza, Açúcar União, TAM Linhas aéreas.
O livro, de leitura fácil e empolgante, é legal. Te abre alguns horizontes que no dia a dia você não consegue enxergar devido ao turbilhão de tarefas que a rotina profissional te emprega. Mas o que me chamou a atenção, negativamente falando, nas histórias das empresas e seus fundadores ou colaboradores de maior expressão, é que na maioria dos casos, todos eles quase bateram no fundo do poço pra depois alcançar o sucesso.
Logo no início, em um prefácio póstumo, li uma declaração do décimo sexto presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln sobre sua breve história profissional e política antes de se tornar presidente daquele país. É de desanimar qualquer cidadão! O cara frustrou-se em várias eleições para outros cargos, faliu empresas, foi demitido de outras, enfim, o cara tinha o perfil de um fracassado. No final do prefácio, ele, depois de muita insistência e "perseverança" se torna presidente de uma nação.
Depois de ler e absorver isso, paro e penso: e eu? Será então que nunca vou ser bem sucedido? A resposta eu mesmo encontrei, durante um vôo entre Campinas e Rio de Janeiro essa semana. Estava a caminho da capital fluminense para mais uma cansativa reunião para encerrar, enfim, as negociações para o fechamento de uma grande parceria com um grande fabricante de sandálias do Brasil.
Durante o vôo, meu companheiro de viagem, um outro gerente da companhia dormia, beirando o ronco profundo, quando parei, lendo este mesmo livro e refleti sobre minha carreira. Não posso dizer que comecei por baixo, já que trabalho em uma indústria e o piso de carreira seria, em tese, o conhecido "chão de fábrica". Não comecei tão em baixo, mas comecei como estagiário!
Sendo eu filho de um funcionário da mesma companhia, sofri pra tirar essa etiqueta. Engana-se quem pensa que por termos esse apadrinhamento a jornada é mais fácil, muito pelo contrário, por mais que você acerte, sempre terá a sombra de um pai, parente te encobrindo. Passei em vários níveis da empresa. Conheci vários setores da empresa, inclusive o produtivo, onde fui supervisor de uma equipe de operários por dois anos. Logo voltei ao meu ambiente preferido, a área comercial, onde estou até hoje.
Nunca tive altos e baixos na companhia, sempre tive uma carreira linear, com algumas rusgas, sim, mas nada grave, que me deixasse a beira do fracasso. Nunca fui demitido. Em meu primeiro emprego entrei, em meu primeiro emprego estou até hoje. Em pouco temo deixei de ser filho do Geraldo. Em pouco tempo, o Geraldo passou a ser pai do Guilherme dentro da empresa!
Hoje, onze anos depois (incluindo um ano inteiro como estagiário) ocupo um cargo executivo, sendo um dos mais jovens em toda a história da empresa a ocupar cargos semelhantes. Gerencio um negócio que em épocas de pico no mercado, chega a gerar quase dois milhões de reais em receita para a empresa. Tenho um salário satisfatório para o custo de vida onde vivo e para meus anseios pessoais. Como diria meu pai, "ganho mais do que preciso, menos do que eu mereço". Mas me considero um vencedor.
No resto da viagem entre Campinas e Rio de Janeiro, curti essa sensação de "dever cumprido". Meu dia ficou mais agradável. De segunda feira última, dia da minha viagem, até hoje, já sabia que esse seria meu tema para essa postagem. Agora, depois de publicada, mais uma vez a sensação de missão cumprida toma conta do resto do meu domingo! O duro vai ser minha "biografia". Não vou poder dar conselhos de como se levantar após uma queda profissional! Até hoje, não a conheço (e espero não conhece-la!).

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

A gente só faz o que gosta!

Hoje tem! Não vai falhar mais uma postagem de quinta feira! E hoje, vou de postagem baseada em sugestão! Sheila (@sheilitaaaa), foi quem deu a sugestão durante o jogo do Franca Basquete!
Campeonato paulista de basquete começou hoje para o Franca Basquete. Com vitória, apesar do desentrosamento típico de começo de campeonato e reformulação do elenco. Hoje também foi a estréia de uma torcedora ilustre do Franca Basquete: Duda! Sim, Duda, a herdeira do império XaX Power!
No auge dos seus dois meses e quinze dias, ela já foi a um jogo de basquete! Engana-se quem acha que ela se intimidou. Muito pelo contrário, chegou acordada, saiu dormindo! Como se nada tivesse acontecido ao seu redor. Assobios, gritos, palmas... Nada disso perturbou seu soninho e muito menos atrapalhou de dar aquela mamadinha básica!
Sem contar que foi a atração dos conhecidos! Muitos tinham visto somente a barriga em que ela estava. Hoje, foi filmada, apertada, beijada... Claro que todo bebê novinho tem cara de joelho. Não que eu esteja puxando a sardinha para meu lado, mas minha filha é exceção! Linda igual o pai!
Ser pai de mulher não é fácil. Principalmente quando nossa fama, injustamente, não é das melhores. Todo mundo fala que a filha vai fazer o pai pagar os pecados... Bom, nesse caso, a minha não vai ter muita coisa que pagar!
Piadinhas dos amigos é o que não falta. "Já pensou daqui a uns anos chegar na sua casa aquele moleque cheio de brinco e tatuagem te chamando de 'tio' e roubando sua cerveja?". Não sou adepto de violência física, mas nessa situação o "pédoreia" vai comer feio!
Onze horas da noite, não são onze horas e um minuto, muito menos onze horas e cinquenta minutos. Não cumprimento de horários também vai ser um bom motivo pra deixar o cidadão com sinal de ocupado no ouvido por uma semana...
Mas o fato é o seguinte, sei fazer filha bonita! Como diz o título, agente faz o que gosta! Em busca de uma segunda renda, pensei seriamente em ministrar um curo para os "não pais" sobre como fazer filhas bonitas! Aulas teóricas apenas, pois a dona da pensão certamente não aprovará as aulas práticas com as futuras mamães!

domingo, 8 de agosto de 2010

A matuta "inocência" Mineira!

Feliz dia dos pais pra nós! Hoje foi meu primeiro! De muitos eu espero!
Bom, como perceberam, quinta feira passada não teve postagem. Por mais uma vez, o Inter de Porto Alegre nos eliminou da Libertadores, competição que até então eu achava que éramos especialistas! Mas, isso não vem ao caso e nem a postagem! Não vou gastar este espaço precioso com desabafos e críticas ao futebol (ou a falta dele) apresentado pelo meu time no primeiro jogo da semi final da Libertadores, causa da nossa eliminação.
Todo mundo que, assim como eu, viaja muito ao 'interiorzão' de Minas Gerais, deve conhecer alguma figura típica da região. Eu conheço. Luisinho, "zelador" da pousada onde ficamos na "grande" Dores de Campos. Além de nos atender muito bem e com a boa hospitalidade mineira, ele nos proporciona momentos hilários com suas histórias e "pegadinhas" que nos prega.
Na última viagem, encontrei um Luisinho nervoso. Caiu na bobeira de emprestar um dinheiro para um "amigo" que insiste em não paga-lo. Conversa vai, conversa vem, ele, em meio a uma pitada e outra em seu cigarrinho de palha, disse que não tinha mais alternativa com o devedor. Iria ter que chamar seu amigo Paulo, cobrador, para tentar reaver o dinheiro. "Já perdi a paciência! Conversa não adianta mais com o safado! Decidi: vou mandar o Paulo atrás!" desabafou!
Refeito do desabafo, Luisinho pensou melhor. Com base nos nossos conselhos, ele decide ouvir nossas sugestões de tentar cobrar essa dívida na justiça. Era a melhor e mais pacífica decisão. Mas, inconformado com o Bocão, amigo que pegou o dinheiro emprestado e não pagou, ele ainda tinha certa pena do salafrário. "Gente, 'oceis' no meu lugar, mesmo sabendo que ele deve, 'ceis' botava o Bocão no 'pau'?". É... Realmente é uma decisão difícil... Pobre Luisinho!
No meio da conversa, na varanda superior da pousada, Luisinho se esquece de trancar a gaiola do tucano que ele mantém (dentro da legalidade) como animal de estimação. E da-lhe correria escada abaixo tentando recapturar o tucano. Luisinho, com toda 'matutice' que lhe é peculiar, foi o primeiro a alcançar o danado. Só que no corre-corre, o cigarrinho de palha foi ao chão! Luisinho, aos pés da escada já com o tucano dominado grita pra gente: "Ô 'fulano', pega meu cigarro aí no chão e vai subindo a escada que eu subo 'cô' tucano atrás!".
Depois desses desabafos, conselhos e correria atrás de tucano, comentei com o Luisinho que estava preocupado em ter que acordar muito cedo pra viajar de volta pra casa no dia seguinte. Não sabia se conseguiria descansar o suficiente pra enfrentar os seiscentos quilômetros de volta à Franca do Imperador. Luisinho, com toda a hospitalidade que nós conhecemos, levanta vai rumo a cozinha nos tranquilizando: "Calma moçada! Vou pra cozinha preparar uma canja de galinha caipira! Depois dessa comida minha, 'ceis' tudo vai dormir  rasgado!".

domingo, 1 de agosto de 2010

'Ih carai, bichi!'

E a domingueira galera? É eu sei, não teve postagem na quinta feira... Foi mal! Compromissos profissionais, pra variar. Mas, estamos aí, prontos pra mais uma postagem!
Hoje com trinta anos, dois casamentos e uma filha, tenho muita coisa pra passar para os mais jovens. Já que não dou aulas mais e nem consultas particulares, usarei este humilde blog para tal!
Os conselhos de hoje são para os caras que tem compromissos, relacionamentos. De paqueras a óbito, quer dizer, casamento, verão várias dicas para sair daquela saia justa, figurativamente falando (ou não), quando a casa - quase - cair! Papel e caneta na mão!
A turma do escritório, formada em sua maioria por solteiros, toma aquela cervejinha toda sexta feira no bar da esquina, antes de ir pra casa. Inevitavelmente, você fica até com água na boca, só de escutar os comentários na segunda feira e sempre tenta inventar um jeito de tomar pelo menos umazinha com a galera na próxima sexta. Pois bem, vai aqui a dica! Na sexta, durante o almoço com a patroa, já solte que a tarde terá uma reunião "daquelas" com a diretoria. Demonstre preocupação ao falar, coma rápido e volte ao trabalho antes do horário de almoço terminar. Esse será o primeiro passo para tentar sensibilizar a dona da pensão! À tarde, resguardado pelo álibi da reunião, vá tomar aquela, ou, aquelas geladas com a galera! 'Mas XaXim, como esconder o maldito cheiro da cerveja ao retornar para casa?' me pergunta um dos leitores! Eu respondo com outra pergunta; esconder por quê? Tentar esconder cheiro de cerveja é um ato em vão. Portanto, antes de chegar em casa, passe na padaria, compre várias guloseimas para o café da tarde e compre uma latinha de cerveja, a qual você irá terminar de beber já na garagem de casa, aos olhos da esposa! Desse jeito, não saberá se o cheiro é de uma ou dezessete cervejas!
Finalmente aquela gostosa do escritório te deu mole! Saiu com a moça e, consequentemente, chegou tarde em casa. Numa situação comum, ia dar briga, muita falação, gritaria e acabaria dormindo desajeitosamente no sofá surrado da sala. Graças ao Blog do XaXim, há uma chance de isso não acontecer! Pois bem, após deixar a tilanga em casa, ou naquele local discreto que deixaram o carro dela, arrume um giz, isso mesmo um giz daqueles do tempo da escola! Giz arrumado, esfregue entre os dedos polegar e indicador e guarde o pedaço atrás da orelha. Chegando em casa, quando a dona onça estiver esperando com a frigideira na mão e perguntar onde estava, com a cara lavada e um sorrisinho sacana e debochado, diga: "Ué, estava com a minha amante!". Calma gente, não fiquei doido! Quando a patroa ver a mão suja de giz e o pedaço atrás da orelha, já irá te sacanear dizendo que é um mentiroso pois estava com os amigos no buteco jogando sinuca, já que um barrigudo igual a você não teria como arrumar uma amante!
Outro jeito infalível de escapar daquela discussão de relação é usando nossa eterna paixão: nosso carro! Essa desculpa dispõe de um pequeno "investimento" financeiro, mas extremamente barato perto de uma pensão alimentícia! Importante nessa desculpa é deixar "acidentalmente" o celular no escritório. Mesma situação acima, partindo do ponto onde  deixarão a moça e retornarão para o lar. Primeiro, desconecte um dos cabos de vela, afim de que o carro não dê partida. Segundo, ligue para o guincho, de preferência de um conhecido. Pronto! Tá armado o espetáculo! Chegando em casa de carona com o guincho, apresente um semblante nervoso e extremamente irritado! À primeira vista, a patroa já ficará sensibilizada, descartando, mesmo que provisoriamente, que você estava aprontando. Depois de o guincho ir embora, demonstrando mais irritação, diga que esqueceu o celular na empresa. Depois disso, meu camarada, jogue o velho '171' pra cima da patroa dizendo que a única coisa que compensaria seria dormir tranquilo ao lado dela, depois desse dia terrível!
Agora meus amigos, é torcer para que suas namoradas, esposas ou afins não sejam leitoras assíduas do Blog do XaXim! Ah, ressalto ainda que todas as experiências acima citadas são baseadas no depoimento de amigos deste leitor!