domingo, 29 de dezembro de 2013

Retrospectivas? Promessas? Não, obrigado.

Tirando o tanto que a gente come a mais nessa época do ano, pra mim não passa de dois feriados que param o mundo inteiro! Só.
Não tenho que fazer balanço do que foi o ano que se acaba, muito menos planejar coisas mirabolantes para o próximo que se inicia. Simplesmente vou tocar minha vida, como sempre, com meus acertos e erros. Erros estes, aliás, que dependem muito do ponto de vista de cada um, pois, na minha opinião, acerto infinitamente muito mais do que erro em minhas escolhas, caso contrário não estaria hoje tão bem comigo mesmo.
A tal reflexão que todos (ou a grande maioria) fazem somente nessa época do ano, aprendi a fazer no meu dia a dia, durante minha caminhada para o trabalho, durante aquela viagem em que só a estrada e uma boa música me acompanham ou então debaixo d'água, enquanto cuido, duas vezes por semana, deste corpinho de toureiro (que toma cerveja e joga poker)! Não, não sou mais foda do que ninguém, apenas aprendi que se você segue seus princípios (sejam eles bons ou ruins) o ano todo, não há motivo para avaliações em uma determinada época do ano. Isso me ajuda ainda a evitar um defeito que quase todas essas pessoas que estão se avaliando comentem: a hipocrisia. Pra piorar as coisas, depois que todo mundo tem acesso a uma infinidade de meios para expressar suas opiniões (e auto avaliações), esse defeito ficou muito mais corriqueiro e evidente, ao ponto de muitas vezes ser confundido com status...
A você que está nessa fase de auto avaliação (ou auto flagelo, dependendo de como foi seu ano), boa sorte! Que ao menos te sirva como crescimento e que nesta mesma época no ano que vem e no outro, e no outro, você possa estar como eu, indiferente!

sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

A vida como ela não é, mas deveria ser!

Tem coisa que não dá pra entender. O mundo é muito complicado. Tem coisa que não pode, tem coisa pior que pode. Umas são legalizadas, outras, menos piores, não. A noção de peso e medida nunca foi tão disforme! Vou citar abaixo algumas dessas incoerências, sob meu ponto de vista, mas, me poupando da ignorância de levar tudo ao pé da letra, não quer dizer que eu seja a favor ou contra a qualquer uma das comparações abaixo. Quem me conhece saberá onde eu sou a favor e onde sou contra, sem necessidade de legendas...
Não dá pra entender o porquê de o porte de armas ao cidadão de bem não ser liberado. Todo cidadão tem o direito de se defender, já que a maioria da bandidagem anda fortemente armada. Do mesmo jeito que poderia ter um porte, ele certamente iria se responsabilizar por este porte e suas consequências. Questão de prevenir acidentes, mortes? Pois bem, chegamos ao "x" da questão: o que realmente é incoerente nesse assunto é o fato de que eu, cidadão de bem, tendo em perfeitas condições todas as minhas funções motoras e psicológicas não posso ter um porte de arma, mas a mesma justiça permite que minha mãe tenha CNH! Onde está a lógica? Cadê o comparativo de periculosidade?
Ainda na questão do porte de arma, ou melhor, da CNH do Cidão, ou melhor, do perigo à vida alheia, se eu tomar uma única e gelada long neck da minha querida e tão apreciada Stella Artois (pronuncia-se artóis mesmo, para os leigos), já corro o risco de ser preso, caso eu não passe no teste do etilômetro, vulgo bafômetro. Não que eu seja a favor de liberar a bebida e depois a direção. Mas o índice é muito baixo se comparado aos decibéis daqueles malditos carros "dos mano" ouvindo funk, sertanejo universitário ou, o pior dos casos, axé! Como que 0,05 miligramas de álcool por litro de ar pode ser mais prejudicial do que 110, 120 decibéis do "mais puro" sertanejo universitário arrebentando os alto falantes dos "Golzim Bolinha, G3 ou G4" financiados? Cadê o bom senso e a prática dos bons costumes?
E o casamento homossexual? Porque não libera logo essa porra (não literalmente falando)? Segundo os puritanos, não foi assim que Deus planejou a vida dos homens e mulheres na Terra! Gente, o sentido do casamento não vai ser alterado! Se os rapazes se gostam, deixem eles colarem seus peitos cabeludos em seu ninho de amor (tive um pequeno embrulho de estômago, mas tá valendo). Tenho amigos gays (e não vou citar nomes, ok, Xandão, Tacisão, Márcio e Osvali?) que seriam muito mais felizes se pudessem se unir aos seus pares com o mesmo par sexual de cromossomos! Não vejo sentido em proibir essas pessoas de se unirem e ao mesmo tempo permitirem que Gretchen ou Suzana Vieira se casem tantas vezes! Esse sim é um verdadeiro pecado para com as vítimas, digo, noivos!