domingo, 23 de janeiro de 2011

Propaganda enganosa!

Fim de domingão. Mas antes de tocar a musiquinha de encerramento do Fantástico e bater aquele desespero por amanhã ser segundona brava, tem mais uma postagem neste querido blog.
Hoje, domingo, dia tradicional de ficar em frente à TV, aqui no QG não foi diferente. Teve filme, jogo de basquete, futebol, seriado, enfim, todos os tipos de programas possíveis. E junto com esta programação, não poderia deixar de ter, entre um bloco e outro, o tradicional informe publicitário, o comercial. E eu, como bom (porém não atuante) publicitário de formação que sou, adoro prestar a atenção aos filmes publicitários, bons ou ruins. Hoje não pude deixar de notar que para os meus semelhantes de formação, toda situação é passível de um inexplicável bom humor de seus atores.
O mais tradicional e explícito tipo de comercial onde notamos o falso bom humor, são nos comerciais de margarina. Inclusive, eles são usados como exemplos para ilustrar tal situação. Mas, não sei vocês, mas a maioria das pessoas que conheço acordam com um mau humor "feladaputa"! Como que em todos os comerciais deste tipo de produto todos já estão sorridentes, maquiados e prontos para começar um maravilhoso dia? Me poupe!
Outro tipo de comercial "nada a ver" é o de absorventes femininos. Ou o cara que os produz acha que os interlocutores são otários, ou ele realmente não conhece e nunca conviveu com uma mulher! O período retratado nos filmes é o pior da espécie feminina! Elas ficam insuportáveis, chatas e assustadoramente ameaçadoras. Porém, em todo comercial dos absorventes milagrosos, elas estão lindas, bem humoradas e muito atraentes!
Não é o mesmo produto e nem a mesma situação, porém, um intestino preso em uma mulher tem as mesmas características temperamentais da situação acima descrita. Ficar sem dar "uma bela 'duma' cagada", como diz a senhora de um famoso vídeo da internet, acaba com a beleza, o bom humor e a sensualidade de qualquer uma. Caros colegas, não cola aquela gostosona com a barriga lisinha dizer que está com a ruela presa a dias!
Quem sabe quando eu ganhar finalmente na Mega Sena, possa exercer a profissão do diploma e acabar com esses absurdos aos quais somos obrigados a assistir entre um bloco e outro!

domingo, 16 de janeiro de 2011

Amor a camisa. Ou seria ao contrato?

E esse negócio de torcedor? A novela Ronaldinho Gaúcho deu mais uma apimentada nas rivalidades... Novelas desse tipo, mais frequentes a cada dia, é que contribuem ainda mais para que não tenhamos ídolos como antigamente. Ídolos como o próprio Zico do Flamengo, Pelé no Santos, Michael Jordan no Bulls pra não citar só o futebol. Mais atualmente, Rogério Ceni no São Paulo, Marcão no Palmeiras, enfim, atletas que se identificam com seus clubes ao ponto de não ser possível imaginar um sem o outro.
Hoje, nós como torcedores, não podemos nos apegar a valores individuais de nossos times. Esses tais valores individuais podem não estarem conosco na temporada seguinte ou quando se findarem os contratos! Hoje a paixão pela camisa é rara e quando existem, mesmo assim não são suficientes as vezes para a permanência de um jogador em um time, seja ele de que modalidade for!
No esporte moderno o que se busca, talvez até mais do que vitórias, é um meio de vida. A tal profissionalização do esporte chegou ao seu extremo onde o valor do contrato supera qualquer convicção que o atleta tenha. Não se assustem se, amanhã, a proposta do Palmeiras seja melhor do que a do Corinthians e o Ronaldo Fenômeno vestir o manto verde. Ele fez isso com o Flamengo, que por sua vez, deu o troco no coitado do Grêmio, berço de Ronaldinho Gaúcho. Porém, essa atitude não é condenável. Se quisermos assistir a bons espetáculos, que é a verdadeira essência de um jogo, temos que apoiar a profissionalização e abolir, a cada dia, o beijo no escudo do uniforme no ato da assinatura dos contratos. Quem tem que ter amor pelo clube são seus torcedores. Atletas são meros funcionários remunerados.
No esporte profissional, a cada dia que passa, as cifras para os craques ficam cada vez mais altas conforme a habilidade ou apelo de marketing que ele tenha. Na verdade a possibilidade de lucro para os clubes é mais relevante do que capacidade técnica na hora de uma contratação. Tivemos os dois exemplos dos Ronaldos acima citados. Porém, este mesmo craque com contrato e/ou salários milionários são extremamente cobrados para que seu desempenho seja sempre excepcional. Quando não, o fator financeiro é o primeiro tendão de Aquiles para cobranças dos torcedores.
Com certeza na época do verdadeiro amor à camisa os espetáculos deveriam ser mais divertidos e prazerosos de assistir. Mas hoje, não temos mais a chance de ver um espetáculo passional, mas sim, um show extremamente profissional. E pagamos caro pra isso!

domingo, 2 de janeiro de 2011

Coincidências a parte...


Fala aí galera! Espero que tenham entrado no 2011 com os dois pés direitos! Como esta postagem foi escrita antes da virada do ano, enquanto me recuperava da ressaca da pré festa de Reveillon, não sei se ainda sou pobre ou se já sou um dos milionários rabudos que acertaram os números da Mega Sena da virada... Mas, rico ou pobre, não deixarei vocês sem o prestígio das postagens deste blog!
E hoje, posto justamente sobre isso. Não, não é sobre a Mega Sena em si, mas todo o processo de “escolha” do (ou dos) vencedores. Acertar os seis ou, na pior das hipóteses, os cinco números da aposta não é uma ciência, não é questão de sorte. É uma questão de coincidências. Se você tiver sorte, seis coincidências!
O engraçado é que esta mesma coincidência que pode te tornar milionário da noite para o dia, é a mesma que pode te trazer momentos não tão agradáveis assim. Por exemplo, uma coincidência trágica é você acabar de entrar em um dos vagões do metrô, na conexão da estação da Sé, em pleno horário de pico, e aquela feijoada do final de semana começar a te lembra que ela ainda está ali e quer urgentemente ganhar a liberdade. Coincidências não têm hora marcada, meu amigo, principalmente as desagradáveis que não costumam passarem despercebidas...
Outra situação de coincidência nada prazerosa é aquela em que, depois de segurar por doze andares e restar apenas dois para chegar no seu, no penúltimo e justamente no penúltimo, quando você finalmente relaxou os músculos intestinais e anais, solta aquela aromática flatulência, vulgo peido, e entra aquela vizinha absurdamente gostosa do andar debaixo do seu para compartilhar, no limitado ambiente aconchegante do elevador, naquele momento, todo tomado pelo nefasto odor do seu metabolismo intestinal ali liberado. Ela não poderia ter esperado mais um minuto e treze segundos para sair de casa?
Agora, essa última, quem tem filhos conhece. Todos que são pais e mães sabem que depois que nascem os filhos, os momentos íntimos do casal, pra não falar os momentos daquele sexo ardente, selvagem, depravado - enfim, vocês entenderam o dilema - que tinham antes da chegada dos herdeiros, são raros. Quando, coincidentemente, o casal se encontra junto e disposto e o (ou os) herdeiro (ou os) estão dormindo é o momento certo. Nessa hora pode ocorrer a pior de todas as coincidências. Coincidentemente sua sogra pode chegar para fazer aquela visita que não estava programada e muito menos ansiada! Acreditem, não deve ser nada agradável fazer sala para a sogra com uma bela ereção!