Fim do Carnaval (que pra mim, hoje, não passa de um pseudo feriado que só serve para desinteirar meus dias de férias), voltamos às atividades!
Acho que todos que seguem o blog já sabem que assisto sim a programas como o Big Brother Brasil. Aliás, a programas como ele não, somente a ele que eu "perco meu tempo" assistindo. Tenho a curiosidade sobre a vida alheia e gosto do formato comercial do programa como forma de merchandising, fazendo jus ao meu diploma universitário.
Muita gente não gosta. Respeito, até porque não gosto de muita coisa que para alguns segmentos da sociedade é unanimidade e referência de coisa boa. Porém, acreditem se quiser, na minha opinião nada humilde, programas como o Big Brother Brasil tem sim seu papel social. Aos puritanos e "esclarecidos" de plantão, seguem abaixo os meus argumentos para fundamentar minha opinião.
Nessa edição do programa, os pudores fora totalmente perdidos! É um tal de uma ficar com um, com outro e com o um de novo que não dá pra acompanhar tamanha ausência monogâmica! Antes que você comece a se perguntar qual a função social disso, respondo. O que vocês acham que rola nas festinhas que seus filhos e filhas vão todo final de semana? Nada muito diferente do que vemos na tela da TV, ou seja, muita bebida, nenhuma vergonha na cara e uma liberdade que beira a libertinagem.
Outra característica social atual que fica bem claro no programa é a falta de caráter de alguns participantes. O "cada um por si" fica cada vez mais evidente a cada edição do programa e a cada dia que passa em nossas vidas. A honestidade, transparência e lealdade que sempre esperamos daqueles mais próximos, nem sempre é correspondida, sempre nos levando a uma decepção que, pelo menos na minha vida, já é esperada.
Agora, o que não é novidade para ninguém, desde a primeira edição do programa é que os participantes, em sua maioria, dependem muito da sua imagem para serem bens sucedidos. A moça que quase se acaba de tanto chorar porque recebeu uma saia "comprida" para uma festa é a clara prova de que hoje em dia, a aparência é sim fator determinante para o sucesso de alguns. Na "vida real" aqui do lado de fora das telas de imagens em alta definição, isso não é diferente. É como disse uma pequena postagem que li em minha time line do Twitter esses dias: "a luta para as prostitutas está cada vez mais injusta já que cobram por seus serviços em dinheiro, competindo contra pulseirinhas de camarotes VIPs hoje em dia".

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