E ontem mais um amigo foi para a forca! Mais um a entrar nessa eterna piscina de água fria, onde quem está dentro, sempre diz aos que estão de fora que a água está uma delícia, encorajando-os a pularem, sem medo de ser feliz! Ao Márcio e a Bruna, os "piscineiros" de ontem, muitas felicidades, pelo menos nos próximos dez meses, que é o tempo que eu vou ficar pagando o presente que dei!
Eu não sou o mais indicado a falar de casamentos. Seria tendencioso, já que, gosto tanto de casamento que já acumulo dois em meu currículo! Mas, como sempre busco assuntos para este blog no meu dia a dia, essa postagem não seria diferente!
A cerimonia de ontem foi legal. Curta, rápida e objetiva, como todo casamento deveria ser. Porém, a passagem que fala da construção da casa sobre a rocha e não sobre a areia, como exemplo de como um matrimônio deve ser, estava lá, assim como em todos os outros casamentos que eu já fui!
Tendo notado isso, me deu vontade de virar padre. Mas calma gente! Não quero sair por aí lançando CDs e nem molestando garotos não! Me deu vontade de virar padre para mudar um pouco o discurso das cerimonias matrimoniais, torna-los mais reais, mais verdadeiros, afinal, é com isso que os noivos vão se deparar quando o último grampo do cabelo da noiva for tirado...
Meu conselhos seriam simples, objetivos. Nada dessa melação de casa sendo construída em rocha firme. O primeiro conselho seria: "tenham contas correntes separadas, assim como perfis do Facebook!". Nada de conta conjunta. Esse negócio de perfil em rede social do casal não está com nada. Agente nunca sabe de quem é o aniversário quando aparece o lembrete no nosso mural. E outra, agente nunca pode colocar aquela piada machista, ou mandar aquele link da "www.festavip.com" para o companheiro ver as moça pelada na Internet em um momento de solidão... Cada um com seu perfil, façam o favor!
Paciência. Muita paciência para aturar (sim, isso mesmo, aturar) as esquisitices do companheiro! Gente, ninguém muda para melhor! Uma hora, no casamento, aquele peidinho do marido debaixo das cobertas vai escapar mesmo. Fechar a porta do banheiro virou opcional e não adianta dar chilique por conta disso...
"Ai que saudade da nossa época de namoro, quando tudo era mais romântico...". Esqueçam isso! Se quiserem continuar com o eterno romantismo do namoro, não casem! No namoro, quando tem uma briguinha, cada um dorme em sua cama, em sua casa. No casamento, brigou meu camarada, vai ter que encarar a onça na hora de dormir! Além do mais, ninguém consegue se manter romântico vendo a conta do supermercado aumentar a cada compra, a cada mês.
E já fica a dica, filho muda o casamento. Nem sempre pra melhor, mas, ainda bem, que no caso aqui do QG, foi. Pra muito melhor, aliás, pelo menos pra mim. Mas também, não vão saindo da Lua de Mel já "esquecendo" de tomar a pílula. Dêem-se um tempo, quitem um pouco de conta da festa de casamento que todo mundo aproveitou, mas sempre tem um "feladaputa" que vai reclamar de alguma coisa! Depois de já estar com os financiamentos encaixados no orçamento, partam para a produção do herdeiro!
Basicamente, pessoal, seria assim o meu sermão para os dois que ali estariam sentados (e não em pé) durante toda a minha cerimônia!

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