Acho que todos nós já nos deparamos com a situação de ver um profissional experiente, porém, mais velho ser substituído por um recém diplomado mais novo.Há alguns dias, postei neste blog minha indignação sobre a tentativa de banir a necessidade de diploma para a profissão de jornalismo. Pois bem, pra não ser chamado de antiquado, hoje posto sobre a situação contrária.
Várias empresas tradicionais e de muito tempo de atuação no mercado, têm em seu quadro de funcionário, bons profissionais, na prática, em determinadas funções (geralmente, supervisão e gerência). Nos dias atuais, o falso status que um diploma pode dar a um candidato a uma vaga de emprego, muitas vezes pesa contra ao funcionário mais antigo e sem diploma.
Concordo que a especialização, principalmente em nível universitário é uma garantia maior de que o profissional vai ser bem sucedido. Porém, na maioria das vezes, esse diploma não substitui a experiência de quem está a muitos anos no cargo. Quando se está no mercado na condição de fornecedor, como é o meu caso, encontramos diversos "ratos de laboratório" defendendo suas teorias, encontradas somente em suas obsoletas apostilas, muitas vezes contrariando a realidade a que seus produtos são submetidos atualmente.
Cabe aos empresários de hoje, colocarem na ponta do lápis, quanto esse diploma vale realmente. Caso contrpario, teremos cada vez mais "técnicos de apostilas" discutindo a lógica dos processos, sem experiencia alguma de casos reais.
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