domingo, 27 de março de 2011

Contra Facebook, tome Neosaldina!

Engraçado como as coisas evoluem nesse novo mundo cibernético em que vivemos. Hoje, encontramos tudo no mundo virtual. Por tudo, entendam tudo mesmo, coisas boas e coisas ruins.
Antigamente, no tempo em que as redes sociais eram feitas somente no teti-a-teti, os problemas eram menos constantes, eu acho. Hoje, lendo uma matéria na revista VIP, percebi o quanto somos escravos de nosso novo mundo virtual que nos cerca e toma grande parte de nossos dias.
A tal matéria ensinava em nove dicas, como não dar "pala" no Facebook, hoje, a ferramenta de rede social virtual mais famosa da "www". Um simples clique em um ícone de uma página é suficiente para uma das partes ganhar uma disputa judicial na vara de família da justiça após uma separação causada por um comentário de uma antiga namorada em seu "mural".
Tendo como a principal função ampliar nosso círculo de amizades, sejam novas ou antigas, as redes sociais influenciam exatamente o contrário na vida de seus usuários. As discórdias e desentendimentos causados por essas ferramentas são muito maiores do que o ambiente amigável para qual foram criadas.
Apesar de ter uma conta, não sou usuário assíduo, mas no Facebook, hoje causador de um em cada cinco divórcios nos Estados Unidos, país que detém o maior número de usuários desse sistema, o objetivo é se relacionar com velhos amigos, aqueles do tempo da escola, ou então conseguir aquele contato com uma empresa de outra cidade, por exemplo. Porém, esse objetivo com certeza não é sempre alcançado. É mais fácil você terminar um namoro ou então enfrentar uma discussão de relacionamento por causa de uma simples visita despretensiosa no perfil de uma antiga namoradinha de infância do que encontrar e manter uma amizade com aquele velho amigo que não via a anos.
Pra você ter um uso "tranquilo" desse tipo de ferramenta, há manuais com 'n' normas de como não dar mancada, como por exemplo essa matéria que citei mais acima. Eu me pergunto, vale o sacrifício? Pra você ter uma distração, que a princípio parece inocente, você tem que reformular praticamente sua vida inteira. Sim, pois, para evitar dores de cabeça em casa, você tem que se organizar para sempre conferir se não há um comentário ou postagem comprometedora em seu "mural", ou seja, vive em função dessa checagem.
Informações que são interessantes para aumentar seu círculo de amigos têm que ser escondidas para não gerar prova contra si mesmo no futuro. Não é aconselhável informar o estado civil. Não é aconselhável colocar fotos daquela viagem para uma bela praia. Não é aconselhável manter diálogos com alguém do sexo oposto. Oras, pra que raios então manter uma conta aberta?
Daqui a pouco, receberemos um monte de convites do usuário "Desconhecido", como nos celulares, pois até o seu nome não vai ser aconselhável informar.

Um comentário:

  1. E vivas à tecnologia! Realmente é incrível esse poder de 'destruição' que as redes sociais têm sobre nossas vidas. Digo nossas sim, pois de uma forma ou outra, mesmo que de muito longe acabamos ficando um pouco presos a elas e ao invés de coisas boas, ganhamos muito mais dores de cabeça.

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