Fala aí galera! Espero que tenham entrado no 2011 com os dois pés direitos! Como esta postagem foi escrita antes da virada do ano, enquanto me recuperava da ressaca da pré festa de Reveillon, não sei se ainda sou pobre ou se já sou um dos milionários rabudos que acertaram os números da Mega Sena da virada... Mas, rico ou pobre, não deixarei vocês sem o prestígio das postagens deste blog!
E hoje, posto justamente sobre isso. Não, não é sobre a Mega Sena em si, mas todo o processo de “escolha” do (ou dos) vencedores. Acertar os seis ou, na pior das hipóteses, os cinco números da aposta não é uma ciência, não é questão de sorte. É uma questão de coincidências. Se você tiver sorte, seis coincidências!
O engraçado é que esta mesma coincidência que pode te tornar milionário da noite para o dia, é a mesma que pode te trazer momentos não tão agradáveis assim. Por exemplo, uma coincidência trágica é você acabar de entrar em um dos vagões do metrô, na conexão da estação da Sé, em pleno horário de pico, e aquela feijoada do final de semana começar a te lembra que ela ainda está ali e quer urgentemente ganhar a liberdade. Coincidências não têm hora marcada, meu amigo, principalmente as desagradáveis que não costumam passarem despercebidas...
Outra situação de coincidência nada prazerosa é aquela em que, depois de segurar por doze andares e restar apenas dois para chegar no seu, no penúltimo e justamente no penúltimo, quando você finalmente relaxou os músculos intestinais e anais, solta aquela aromática flatulência, vulgo peido, e entra aquela vizinha absurdamente gostosa do andar debaixo do seu para compartilhar, no limitado ambiente aconchegante do elevador, naquele momento, todo tomado pelo nefasto odor do seu metabolismo intestinal ali liberado. Ela não poderia ter esperado mais um minuto e treze segundos para sair de casa?
Agora, essa última, quem tem filhos conhece. Todos que são pais e mães sabem que depois que nascem os filhos, os momentos íntimos do casal, pra não falar os momentos daquele sexo ardente, selvagem, depravado - enfim, vocês entenderam o dilema - que tinham antes da chegada dos herdeiros, são raros. Quando, coincidentemente, o casal se encontra junto e disposto e o (ou os) herdeiro (ou os) estão dormindo é o momento certo. Nessa hora pode ocorrer a pior de todas as coincidências. Coincidentemente sua sogra pode chegar para fazer aquela visita que não estava programada e muito menos ansiada! Acreditem, não deve ser nada agradável fazer sala para a sogra com uma bela ereção!

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