quinta-feira, 8 de abril de 2010

Luz, câmeras... Como assim não tá duro, pô???

Tarde! O bom de ficar de férias do trabalho é o excesso de tempo que temos para pensar em coisas interessantes, principalmente pra mim, "postador" oficial e titular deste blog!
Como prometido, e pela segunda quinta feira seguinte, vamos para a segunda postagem semanal do Blog do XaXim. Como prometido também, não falarei mais sobre religião, essa semana! Mas, nos inspirando em nossos queridos padres católicos, vamos falar sobre sexo!
Aposto que a maioria dos meus leitores já assistiram a um filme pornô. Acredito também que, dessas pessoas que assistiram, a maioria assistiu a mais de um, portanto poderão compartilhar comigo das idéias abaixo descritas!
Já notaram que para ser um roteirista desse tipo de filme não precisa de muita criatividade? Qualquer situação é motivo para começar o "Oh yes! Oh Yes!" ou o "Fuck my ass! Don't stop!"...
Chega dos roteiros comuns, dos clichês sexuais! Nós, eu, XaX Power, e o Guilherme, decidimos sugerir um roteiro para estes cineastas! Lembrando que, quanto mais próximo de situações corriqueiras de nosso cotidiano as cenas forem, mais "interessante" é o filme! Acompanhem abaixo uma dessas situações.
Dona Marli (nome comum), uma quarentona de um metro e setenta e dois de altura, sessenta e um quilos bem distribuídos, cabelos morenos e compridos, pernas grossas e firmes, fruto das aulas de Pilattes, inteirona, divorciada, mãe de quatro filhos, dois casados, um na faculdade e outro que não quer nada com nada e que ainda mora com ela (situação de vida comum), está sentada em seu sofá assistindo a novela das oito (que não sei porque tem esse indicativo de horário já que estamos cansados de saber que ela só começa depois das nove) quando de repente ouve a campainha do vizinho tocar. Curiosa como sempre foi, corre para a janela para tentar ouvir o que se passa. Percebe que a conversa da Dona Zefa, uma senhora da terceira (ou porque não dizer quarta) idade, viúva  feia pra danar, se passa com um rapaz, de voz grave e muito simpática, com cerca de vinte e cinco anos. Divorciada a oito anos, não vê a hora de se insinuar para o tal gato, que ao longo da conversa ouvida pela janela, percebe que não é nenhum dos filhos, ou qualquer outro parente da Dona Zefa. Há esta hora, só pode ser aquele entregador de pizza gostoso da pizzaria do bairro. Já de pijama (leia-se calça de moleton surrada, camiseta de candidato político e meias velhas do filho) ela corre para o quarto, onde veste aquele velho baby doll, um tanto quanto curto, cobre-se com um hobby, também curto, e corre, despretensiosamente para a porta da sala, na esperança de dar de cara com o entregador gostosão de pizza.
Com os cabelos esvoaçantes, ela cruza toda a extensão da casa, sem fazer barulho pra não despertar interesse do filho que está no quarto, e alcança a porta da frente. Coração batendo a mil, mãos suadas, outras partes também suadas digamos de passagem, e pernas trêmulas. Finalmente, toma coragem, dá um último suspiro e abre a porta. Só nesse instante percebe que aquela voz grave e máscula é do enfermeiro manco e de aproximadamente cinquenta e uns de idade, que vem, periodicamente, medir a pressão de Dona Zefa, hipertensa desde a puberdade.
Enquanto isso, Junior, o filho caçula que não quer nada com nada de Dona Marli, alheio a toda a movimentação da mãe pela casa, está no quarto "pregando a pêra" na namoradinha de tudo quanto é jeito! Quarto este aliás, é onde deveriam estar as câmeras ao invés de ficar seguindo a triste história de vida de uma quarentona fofoqueira que fica prestando a atenção na vida dos vizinhos!
Espero que tenham gostado da sugestão! Não sujem seus teclados!

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