terça-feira, 7 de outubro de 2014

Gosto não se discute. Muito menos se impõe!

Antes de mais nada: não gosto de axé, não gosto de sertanejo, não gosto de pagode. Não tenho religião (não sou ateu, apenas não tenho religião). Não dou indireta em rede social (e na grande maioria, não entendo quando uma indireta é pra mim). Não gosto de carro zero quilômetro e muito menos um ponto zero. Não sou expert em política, portanto não é um dos meus assuntos favoritos e tão pouco tenho interesse em me aprofundar. Não sou favorável a legalização de qualquer tipo de droga ilícita. Não gosto, sexualmente, de homem. Se minha opinião for ajudar alguém, ou for pedida, ótimo. Se não for, guardo comigo. Pronto! Tendo esclarecido esses "pingos nos is", vamos à postagem.
Tudo tem algum sentido pra alguém. Pra tudo que existe, tem alguém que lhe é partidário. Até onde me entendo por gente, não somos obrigados a gostar de nada. Não somos obrigados a ter o mesmo interesse de outrem, caso não nos agrade. Nem tudo que eu gosto, outro pode gostar. Essa é a graça da convivência pacífica da sociedade.
Não vejo muito sentido criticar algo que eu não goste. Critico sim, em tom de gozação, e geralmente endereçado a algum amigo ou conhecido com quem tenho liberdade. Mas não me lembro de ter ofendido alguém publicamente, propositadamente. Se o fiz, sinceramente não foi intencionalmente (e fique a vontade, você, possível ofendido, a se manifestar nos comentários que serão publicados integralmente, desde que não ofendam ninguém, muito menos a mim).
Aprendi nesses meus arrastados trinta e quatro anos de vida a relevar muita coisa. A evitar discussões ou aborrecimentos desnecessários. Acho que isso é a tal tolerância que desenvolvemos conforme vamos avançando as primaveras... E o lado bom de perceber isso, é a tranquilidade com que passamos a viver em nosso cotidiano. É imensamente mais gratificante evitar uma discussão desnecessária do que causar uma apenas para medir poder de argumentação. Nenhum dos dois (ou mais) lados ganha com isso.
Agora, o que me irrita mais do que qualquer um dos tópicos que já declarei não gostar, é o "caboco" que quer que sua opinião ou seu gosto seja a verdade absoluta! Isso pra mim é a ignorância plena. Muito mais do que qualquer um que seja adepto a alguns dos itens lá do primeiro parágrafo... E venho descobrindo um monte desses com essa excessiva liberdade de expressão que as redes sociais nos trouxeram.
Portanto, você leitor que sentiu a vontade de contra argumentar algum dos meus "não gostos", não perca tempo e nem desperdice o meu. Curta seu gosto ou preferência (duvidosos ou não) e seja feliz! Do mesmo jeito que sua opinião não me importa, faça com que a minha também não te atrapalhe! Mas na sua, pois, como já disse, raramente entendo que uma indireta "internética" é endereçada a mim!

P.S.: não mencionei que não gosto nem de estagiário e nem de curintiano porque não consegui categorizar como nenhum tipo de porcaria esses dois males da humanidade...

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