Nesta semana este que vos escreve completou trinta e três aninhos de vida. Igualou a marca de um outro figura gente boa que morreu com esta mesma idade a mil novecentos e setenta e nove anos atrás. Ao contrário dele, acho que vou um pouco além ainda com vida. Veremos!
Bom, mas nesses trinta e três anos, vi muita coisa. Claro que não me lembro do que vi a exatamente a trinta e três anos, ou trinta, ou até mesmo vinte, quando, magrelo, dentuço e com cabelos (sim, eu tinha cabelos) encaracolados e com treze anos de idade. Mas o que marcou, independente do tempo, eu lembro!
Aquele lance do troca troca de menino é balela! Na época de moleque, cansei de ouvir dos mais velhos que "se não desse quando pequeno, ia dar quando grande". Mentira! Conheço gente que deu quando era pequeno, dá quando é grande e com certeza vai morrer dando! Teoria furada! Literalmente, para alguns...
Outra furada que foi por água a baixo é a de que a gente não pode tomar mais do que um Yakult por dia! Na minha época de mercearia do Zé, ali por volta dos dezoito, dezenove anos, o vendedor desse néctar a base de lactobacilos vivos e eu, cansamos de tomar Yakult vencido pra não ter que jogar fora! Eram cinco, seis, sete por dia em época de reposição! E tamo aí, vivo, eu com meus bem vividos trinta e três anos e uma flora intestinal de dar inveja a muita vítima da prisão de ventre!
Mais acho que foi na parte sexual que muitas lendas urbanas foram desmistificadas. Uma delas em relação à briga mais covarde que sempre presenciamos, onde cinco "sufocam" apenas um. Nunca precisei depilar minhas mãos em decorrência a algumas atividades íntimas que praticava, essencialmente na hora do banho. Apesar do temor de ter as mãos parecidas com as costas do Tony Ramos, nunca deixei (e acredito que a maioria dos meus amigos também não) de praticar a "homenagem" diária a diversas pessoas do sexo oposto. E estamos aí, firme e forte e com as mãos "carecas"!

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