Mais um domingo. Mais um debate eleitoral! Não sei se torço pra chegar logo o dia trinta e um de outubro, para acabar logo essa encheção de saco que são os debates ou se torço para que o dia trinta e um de outubro não chegue, pois qualquer um dos dois candidatos que for eleito, me dá medo e insegurança.
Mas, enquanto o fatídico dia não chega, teremos que aturar estes debates sem foco, sem objetividade e, o pior de todos os "sem", sem honestidade. Não adianta termos como mediadores, bons jornalistas. Entendem de política, sabem comentar, mas não são capazes de conduzir as respostas à objetividade, sem que elas se tornem uma extensão do horário político. Como resolver esse "chove-não-molha" das respostas? Capitão Nascimento para mediador!
O personagem, como um dos maiores ídolos do cinema brasileiro dos últimos tempos, além de dar mais (i)BOPE aos debates, deixaria a bagaça mais organizada e séria! Imaginem a primeira pergunta sendo feita pelo Capitão aos gritos e segurando cada candidato pelo colarinho no momento da resposta? Respondeu errado ou fugiu do assunto, tapa na cara!
Na hora da pergunta de cada candidato, Capitão Nascimento iria deixar bem claro que é somente um minuto para resposta, nem um segundo a mais senão, mais tapa na cara. Pra assegurar o cumprimento do tempo, atrás de cada candidato ficará dois soldados do BOPE, devidamente fardados e com os porretes em punho!
Na segunda pergunta feita pelo mediador, após o término da mesma, a resposta teria que ser respondida diretamente, sem rodeios, caso contrário, os candidatos iriam pro saco! Nesse debate do segundo turno, como os candidatos mais enrolam do que respondem, o saco não ia resolver. Capitão Nascimento então, com a ajuda dos colegas de farda, teriam que apelar para o cabo de vassoura!
Muita gente vai achar exagero essas minhas sugestões, porém, o debate iria ficar muito mais dinâmico e interessante, sem contar que seria uma boa maneira de vermos propostas concretas e verdadeiras! Para quem acha que o debate não seria conduzido de uma forma politicamente correta, lembrem-se de que estes mesmos candidatos, se eleitos, conduzirão nosso país de uma forma muito menos politicamente correta por longos quatro, quiçá, oito anos!

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