Está ficando mais comum eu não postar nos dias de quinta feira. Isso é ruim para vocês, meus queridos leitores, mas é um bom sinal, profissionalmente falando, para mim! Afinal, somente este motivo me impede de postar aqui! Mas, o combinado não sai caro! Cá estou, infalivelmente no domingo para postar mais uma opinião para vocês!
E por falar em combinado, não sou tão velho assim, mas que saudade da época em que tudo que era combinado no apalavramento era válido e cumprido! Você podia vender o que quisesse apenas com o firmar da palavra, com o selo de um aperto de mão que os compromissos seriam honrados por ambas as partes negociantes.
Presenciei esta semana um caso contrário a essa lógica ética. Hoje em dia, qualquer ação que beneficie um dos lados bota por terra qualquer acordo firmado verbalmente. E foda-se a ética ou honra do compromisso. Aos curiosos de plantão, não citarei as pessoas envolvidas, a não ser uma, minha patroa doméstica! Sim, aconteceu com ela, mas não direi quem é a outra parte, pelo menos por enquanto!
Não sou sentimentalista. Não acredito nas pessoas, muito menos quando envolve dinheiro. Já tive alguns revezes por acreditar no ser humano, hoje, não mais. Por conta disso, sou taxado de materialista, frio. Me desculpem os românticos, mas prefiro ser um materialista honrado, do que um otário ludibriado.
Assim como eu, algumas poucas pessoas que conheço tem a honestidade necessária para honrar um compromisso firmado, mesmo contrariando algumas opiniões. Apesar de materialista e extremamente apaixonado pelo capitalismo, sou honesto, digno. Disso posso me gabar, até hoje. Nunca trapaceei ninguém ou tirei proveito de alguém mais inocente ou de uma situação favorável a mim. Mas engana-se que você só tapeia alguém inocente. Sua posição hierárquica em algum negócio te proporciona um falso poder para poder ludibriar um subordinado. Que a diga minha querida esposa...
Para alguns, desonestidade se confunde com esperteza. A sensação de impor uma condição de demérito a outras pessoas deixa algumas pessoas em êxtase. Ainda bem que desse "prazer" nunca desfrutei e pelo que manda minha boa índole, não desfrutarei.
Não vou extender esta postagem, até porque vocês não precisam (ainda) saber quem me motivou a escreve-la e muito menos compartilhar do meu amargo humor que isto me causou. Fica aqui meu registro da saudade que sinto de quando o contrato do "fio do bigode" valia muito mais do que um reconhecimento de firma no cartório.

é pretinho eu te criticava muito por desconfiar tanto das pessoas, mas essa semana sofri na pele por acreditar muito.
ResponderExcluirRealmente foi-se a época onde o valor da palavra era consolidador , hoje ele é virtude para poucos ..... e em tempos onde " pior do que está não fica " .... acredite , pode piorar ainda mais.
ResponderExcluirÉ meu caro Xax, como dizia minha avó... "... o mundão tá perdido..." e pessoas honestas está cada dia mais precioso. Mas, não sei se vou te confortar, prefiro acreditar na minha honestidade, na sua honestidade e de mais algumas pessoas que nos rodeiam, e torcer para que um dia essas pessoas sintam de verdade o quanto é ruim ser enganado. Mas fique frio, o plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória! pense nisso... Sucesso!
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